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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Dicas de Segurança para Cultivador@s.

Essa semana recebemos uma mensagem muito interessante de um anônimo trazendo questões sobre o tema segurança durante a prática de cultivo de cannabis.
“Pesquisei por todo o site e não sei se acabei passando por cima ou se realmente não existe aqui no Hempadao algum tipo de indicações/precauções para homegrowers. Por exemplo:
Vejo que há pelo menos uma loja internacional de sementes que possui um banner aqui no site, existe algum crime/cuidado que devo ter ao comprar sementes online?
Legalmente, ter uma, duas, três plantas para uso pessoal é considerado um crime?
Se eu plantar em parques públicos e for pego colhendo/plantando/etc isso é considerado crime?
Há muitos outros exemplos de perguntas que podem surgir na cabeça de um leitor e que podem fazer a diferença entre belos camarões e uma prisão por tráfico. Um guia para que as pessoas não passem por grandes problemas seria super importante no Hempadão para evitar histórias ruins dos leitores. Abraços!”
Sobre a segurança na hora de comprar sementes dedicamos dois artigos o ano passado, que podem ser consultados aqui e aqui. De lá para cá se fez aumentar o número de pessoas comprando sementes pela internet e a quantidade de apreensões de encomendas realizadas. E eu continuo acreditando que a melhor forma de proteger a si mesmo do risco de ser preso comprando sementes e tentar conseguir sementes ou clones com amigos. Mesmo sementes de cruzamento caseiro podem ser uma boa opção pra quem está iniciando.

Os riscos de consumir maconha no mercado Criminalizado!

Publicado originalmente por nosso parceiro Hempadão
Essa semana escolhi uma mensagem que me fez refletir sobre uma questão já antiga, para o qual inclusive fiz uma nota para uma edição da Revista Super Interessante, sobre Redução de Danos. O texto da revista é de 2008. A mensagem diz o seguinte:
“Oi Sergio, tudo bom? Comprei uma canetinha dessas vaporizadoras, marca pax, só que eu fumo prensado nela e mês passado fiquei com uma inflamação fudida nos pulmões e até hoje estou me recuperando. Não falei nada pra o médico, mas você acha que pode ter influenciado por ter sido vape e não baseado?”. 
De fato, quase toda maconha consumida atualmente no Brasil é altamente contaminada com variados fungos e bactérias e em qualquer forma de uso, seja baseado, vaporizador, ou comendo, você vai correr o risco de se contaminar. Claro que existe variações, e que algumas estarão muito mais estragadas que outras, mas todas têm algum grau de contaminação por patógenos. Eu não sei até que ponto fumar um baseado iria melhora a situação, caso a maconha não seja de procedência confiável. Mas, em todo caso, vaporizadores foram feitos para serem usados com maconha de verdade, ou seja, flores fêmeas ou os extratos de sua resina. JAMAIS deve ser consumida qualquer maconha com contaminação, sob risco de colocar a saúde em perigo. Num mercado legalizado, a maior parte da maconha vendida no Brasil não estaria disponível, ao contrário, seria apreendida pela ANVISA, mas não pela ilegalidade da planta, mas da má qualidade do produto.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Cultivar a Própria Maconha é Redução de Danos e Riscos

Por Sergio Vidal

A maconha é conhecida dos humanos há milhares de anos. Não sabemos exatamente quando começamos a utilizar as sumidades floridas dessa erva e seus extratos concentrados por causa do barato que eles causam. Por outro lado, existem muitos registros arqueológicos de que há mais de 12.000 anos nós já usávamos das fibras dos seus caules e galhos para produzir tecido, cordas e outros itens que foram fundamentais para nosso processo civilizatório e, há mais de 5.000 anos, já fazíamos uso das propriedades medicinais das suas flores e extratos concentrados. Ao longo dos séculos usamos as diferentes partes da planta, tanto as psicoativas como as não-psicoativas, para diversos outros fins, inserindo a planta de forma ampla e profunda no dia a dia das economias de diversas civilizações, em diferentes períodos da nossa história. Até o surgimento e instauração da hegemonia das políticas proibicionistas entre o final do século XIX e meados do XX, a maconha foi vegetal fundamental na economia das civilizações mais avançadas da humanidade. Cultivar, beneficiar e consumir maconha em seus diferentes formas de uso não era crime, ao contrário, fazia parte normal do dia a dia da humanidade.

Em diferentes sociedades e grupos humanos, até o início do século XX as sementes eram usadas como alimentos, por serem ótima fonte de proteína, vitaminas, fibras e outros nutrientes ou por seu óleo que, além de também servir como alimento, durante séculos, junto com o óleo de baleia, foi o principal combustível para as lamparinas; já os caules e galhos eram macerados e transformados em longas e resistentes fibras têxteis, tecidas das mais diversas maneiras, de acordo com a finalidade; e as flores eram processadas e tinham seus óleos essenciais extraídos para serem usadas como medicamento. Durante todo esse tempo, a planta nos serviu docilmente com todo seu potencial utilitário diversificado, enquanto nós humanos, predadores universais, a consumíamos em suas mais diferentes modalidades, extasiados e satisfeitos com tudo que ela nos proporcionava e, ao mesmo tempo, semeávamos a planta por todo território mundial, levando-a conosco por todos os lugares que passamos.

Porém, apesar de todo histórico de milênios de convivência e mutualismo, onde nos servíamos da planta de diversas maneiras e ela se aproveitava para colonizar todo planeta, em 1961 um Tratado Internacional assinado por dezenas de países acordou que deveriam ser feito esforços para banir os usos da maconha que não tivessem finalidades exclusivamente medicinais ou cientificas. A proposta parecia boa: Acabar com a criminalidade que envolvia o mercado ilegal das plantas e drogas medicinais para acabar com o uso recreativo e garantir as pesquisas e as aplicações medicinais. Porém na prática as coisas saíram um pouco do controle. A política que inicialmente tinha como objetivo principal dar segurança aos usos medicinais e científicos teve como consequência justamente o contrário. Ao longo dos anos as leis dos países tornaram-se paulatinamente mais severas, tornando a burocracia impeditiva para a produção e usos medicinais, ou para a realização de pesquisas científicas. Além disso, o consumo recreativo não diminuiu, ao contrário, tornou-se um fenômeno de massa. O mercado ilegal cresceu, e com ele o aumento da violência e dos crimes associados ao tráfico. Por outro lado os usos medicinais e as pesquisas científicas praticamente deixaram de existir.

Em outras palavras, as leis e políticas públicas que tinham como objetivo principal reduzir os danos e riscos do mercado ilegal tornando-o mais seguro e garantindo o crescimento das pesquisas e das aplicações medicinais, acabou tornando-se o principal fator causador de danos tanto aos consumidores quanto à sociedade em geral. Não estou dizendo que a maconha seja inócua e só as políticas e leis causem danos. Mas no caso específico da Cannabis sativa os principais danos e riscos são decorrentes dos métodos e padrões de consumo, e da forma como a substância é produzida e comercializada o que pode ser controlado com educação e políticas públicas de saúde pública. Os danos ocasionados pelos padrões de consumo geralmente estão ligados à utilização de métodos de ingestão que usam a fumaça da planta como veículo condutor dos princípios ativos e com o consumo de erva contaminada ou deteriorada, o que é quase 100% do que é vendido atualmente no mercado clandestino. A ingestão de qualquer conteúdo inalando a fumaça da sua queima provoca irritação e danos nos órgãos e tecidos dos aparelhos digestivos e respiratórios, que podem levar ao desenvolvimento de feridas e até mesmo câncer. Usada na forma de cigarros, além da fumaça em alta temperatura, a maconha libera substâncias tóxicas como o monóxido de carbono, que podem apresentar o mesmo potencial de risco que as liberadas pela queima do tabaco ou outra fumaça. Deve-se utilizar técnicas para resfriar os vapores ou fumaça, ou minimizar seus danos, antes de ingeri-la (cachimbos, piteiras, cachimbos d’água, bongs, vaporizadores, etc.), ou consumir alimentos à base da erva, ao invés de fumá-la. E, principalmente, só consumir flores frescas, recém secadas, isentas de fungos ou outras contaminações.


Como vimos, o proibicionismo é um dos principais fatores ampliadores dos riscos e danos relacionados com o uso da maconha na atualidade. Ao buscar cultivar sua própria erva o usuário, seja ele de caráter medicinal ou recreativo, está não apenas garantindo a qualidade do que irá consumir, mas principalmente deixando de colaborar com uma rede perversa de atores envolvidos no sistema que atualmente gera a maior parte dos problemas atribuídos à maconha. Cultivar sua própria maconha é, portanto, a principal colaboração que um usuário pode dar atualmente para mudar não apenas a sua realidade com relação ao consumo de maconha, mas a realidade do país. Já é hora de por as mãos na terra e começar a semear o Brasil e o planeta que queremos ver no futuro!  

+info: publicado originalmente na 2 edição da Revista Maconha Brasil


Paranoia, Confusão mental e Bad Trips com Maconha? Sim, isso é Possível!

Essa semana retomamos a coluna, mas com uma pergunta que não tem a ver com o cultivo de maconha. Decidi respondê-la porque considero muito importante que todos possam ter acesso à informações seguras e realmente isentas a respeito da maconha, seus usos e usuários. E, para manter ocompromisso de não ser parcial ao falar sobre maconha, é preciso admitir que ela pode sim fazer mal à saúde e, inclusive, desencadear problemas psicológicos. A mensagem do leitor dessa semana nos ajudará muito a falar sobre esse tema.

“E aí, Sergio Vidal, tranquilo? Cara, to escrevendo este email porque estou passando por alguns "problemas" com relação ao uso de Maconha prensada, fumo a mais de 5 anos e de uns 10 meses pra cá meus sintomas mudaram muito quando fumo, após eu começar a fumar um baseado, depois de uns 20 minutos de puro prazer, tranquilidade e harmonia, tudo se transforma, e começo a ficar muito nervoso, meu corpo todo treme, meu coração acelera, sempre atucanado, meu cérebro fica muito confuso e fico com muita gagueira. Gostaria realmente de saber se você, ou alguém poderia me ajudar com alguma informação, já tentei ir a médicos e não obtenho respostas claras.
Pensei que pudesse ser alguma substância que estivesse no fumo, prensado, que está me fazendo mal, nunca tive contato direto com a flor da maconha, sempre maconha prensada de péssima a "razoável" qualidade. Todos falam pra eu abandonar a erva mas eu não quero, pois sempre me senti muito bem com ela. Fico extremamente agradecido se conseguir me ajudar em qualquer informação, acredito que tenham alguns outros casos como este por ai, e que nós nos informando melhor poderemos resolver estes desvios dos efeitos. Muito obrigado. Um grande abraço, e sucesso para todos! ”

Primeiro é preciso dizer que a maconha pode desencadear problemas psicológicos em pessoas que têm essa tendência ou que estão em uma situação específica de fragilidade e disposição para esses problemas. A maconha também pode provocar taquicardia, paranoia. Aliás, qualquer droga pode causar as chamadas “bad trips”, ou “viagens ruins”. A experiência pessoal com qualquer droga é guiada em geral por 3 fatores:

a) a "droga" em si — isto é, a ação farmacológica da substância incluindo a dosagem e a maneira pela qual ela é tomada (endovenosa, aspirada, fumada por via oral, etc.);

b) o set — isto é, o estado do indivíduo no momento do uso, incluindo sua estrutura de personalidade, suas condições psicológicas e físicas, suas expectativas;

c) o setting (cenário ou ambiente social) — isto é, o conjunto de fatores ligados ao contexto no qual a substância é tomada, o lugar, as companhias, a percepção social e os significados culturais atribuídos ao uso. (MacRae e Simões, 2000: 29).

Em outras palavras, não é apenas a ação farmacológica da substância que afeta a experiência subjetiva com alguma droga. Ou seja, é preciso estar muito bem de saúde, sem problemas pessoais, num ambiente agradável, etc, para poder controlar melhor as possibilidades de se ter uma boa experiência.

Além disso, existem diferentes estudos apontados que elevadas proporções de THC na cannabis tendem a gerar efeitos que poderiam ser classificados como “euforizantes”, “energéticos” ou “anti-depressivo”. O que, em algumas pessoas pode ser a gota d'água para sair de um quadro “normal” para um estado de super-excitação, ansiedade, paranoia. Por outro lado, o CBD, outro composto ativo da planta, tem propriedades anti-psicóticas, relaxantes.

Pessoalmente, indico a qualquer pessoa que tenha predisposição para problemas psicológicos a ter muito cuidado com o uso de maconha ou qualquer droga. No caso do leitor em questão está mais do que claro que suas experiências negativas não são apenas uma “bad trip”. “Bad trips” duram apenas uma viajem. Quando o problema persiste em todas as vezes que se fuma, é sinal de que é preciso procurar ajuda e dar um tempo com a maconha.

É difícil para as pessoas admitirem isso hoje em dia. Vivemos muitos anos de repressão, com todos exagerando grotescamente os efeitos negativos da maconha e fizemos um esforço tremendo para afirmar seus aspectos positivos e tentar tirar os exageros sobre os negativos. Porém, de fato, existem riscos no consumo de maconha e muitas pessoas não são compatíveis com o hábito de consumi-la. O melhor a fazer é respeito seu corpo, sua mente e seu atual estado pessoal e dar a si mesmo a oportunidade de ficar um tempo sem contato com a maconha. Procure um médico que não seja muito cabeça fechada e procure lhe falar com sinceridade sobre suas angústias sua atual situação. Se precisar, não hesite em nos escrever novamente.

Ah, só um alerta. Ainda bem que você nunca provou flores porque elas contém muito mais princípios ativos do que no fumo prensado, que tende a ter menos princípios ativos, pois eles se perdem com a deterioração da erva. O fumo prensado é péssimo para os pulmões, mas como têm menos princípios ativos, no caso de pessoas com problemas psicológicos, eles serão um “detonador de situações” menos eficaz.

Muito obrigado por ter mandado sua mensagem e espero ter ajudado a esclarecer suas dúvidas e com isso ajudado também outras pessoas! Mandem suas mensagens e fotos paracultivo@hempadao.com
Um abraço e até semana que vem!


+info: originalmente publicado no blog parceiro Hempadão, em maio de 2012

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Drogas, modos de usar - ou a peneira, o sol, o jornalista e o deputado reaça

Por Neco Tabosa, do Filipeta da Massa

Não sei como foi com vocês, mas lá em casa se falava abertamente sobre o consumo de uma droga muito usada na própria casa em reuniões com os amigos dos meus pais, em quase todas as casas ao redor da nossa, nos lugares que visitávamos nos finais de semana, no playground do prédio onde a gente morou ... Era muito comum ver alguém bebendo cerveja, vinho, uísque ou cachaça. Geralmente acompanhado de uns pedaços de fruta, amendoins ou alguma fritura gostosa pra cacete. Que a gente não podia comer, porque era coisa de adulto e era só esperar que “daqui a pouco já ia sair o almoço”.

Não era segredo pra ninguém, na manhã de sábado, do feriado ou nos aniversários a galera bebia - e muito - reunida por um violão, um jogo ou uma churrasqueira e costumava ficar mais engraçada, mais sincera, falar mais palavrão ou chegar a cair e arrumar confusão se continuasse bebendo depois do fim da festa.

Leia na íntegra: Filipeta da Massa

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Ananda na Festa Aquarius - CE

Rafael Baquit, integrantes da Ananda em visita à sua terra natal decidiu não largar a função. Logo se articulou com a galera e promoveu uma ação de redução de danos e informação sobre drogas na festa Aquarius, ocorrida no último dia 5 de setembro. Baquistones nos enviou a foto abaixo pra comprovar que estava na função! Abraço e saudades, Baquistones man!

Cartaz da Campanha "Pelo Fim de uma Farsa!"

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Deputado Paulo Teixeira afirma que lei antidrogas prejudica usuários

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) afirmou que a lei antidrogas em vigor no Brasil "aumenta o dano aos usuários, porque nas prisões eles entram no crime organizado", durante uma conferência regional sobre drogas que foi fechada no dia 7 de agosto em Buenos Aires.

O parlamentar, autor da primeira norma de "redução de danos" do consumo de drogas no Brasil, apresentou um estudo que afirma que 84% dos sentenciados entre 2006 e 2008 por posse de drogas no país não portavam armas e que 50% dos condenados por tráfico de maconha tinha em seu poder menos de 100 gramas da erva.

Teixeira antecipou que o PT apresentará em setembro um projeto de lei que passará a "um modelo democrático" no tema das drogas.

Leia a notícia na íntegra clicando AQUI.

Fonte: globo.com

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Cultivo pra consumo próprio será debatido em Congresso Científico

Nos próximos dias 5 a 8 de agosto será realizado o II Congresso da ABRAMD - Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos sobre Drogas.

Na quinta-feira, dia 6, às 15:30, na Mesa 1 o antropólogo e membro da ANANDA, Sergio Vidal, apresentará o trabalho "A regulamentação do porte, plantio e distribuição não-comercial de maconha: Um paradigma legal de redução de danos".

Leia resumo da apresentação: CLIQUE AQUI

Veja a programação completa do Evento: CLIQUE AQUI


terça-feira, 28 de julho de 2009

TV ANANDA


É com orgulho que a ANANDA - Ativistas, Redutores de Danos e Pesquisadores Associados anuncia o lançamento da TV Ananda, o Canal da Ananda no YouTube. Nesse canal poderão se encontrados vídeos dos mais variados temas relacionados com o trabalho do grupo. Desde apresentações de integrantes da ANANDA em programas de TV, passando por documentários e filmes sobre drogas, até matérias jornalísticas sobre o tema. Para acessar, basta visitar o endereço: www.youtube.com/contatoananda


terça-feira, 14 de julho de 2009

Campanhas de Redução de Danos do BaLanCe

O BaLanCe é um coletivo de redução de danos formado por profissionais que atuam em algumas festas rave em Salvador e em festivais de música eletrônica, promovendo ações de informação sobre redução de danos, práticas de saúde e gestão de riscos em condutas envolvendo o consumo de drogas.

No Festival de Arte e Cultura Alternativa - Universo Parallelo, que ocorreu em Pratigi - BA, entre 28/12/2008 e 3/01/2009, o BaLance esteve presente com o S.O.S BaLanCe, onde pessoas que tivessem qualquer problema relacionado com uso de drogas podia procurar o serviço e dispor de uma área de descanso, água e atendimento especializado. O grupo também promoveu a Tenda BaLanCe, onde foram distribuídos preservativos, material informativo sobre drogas, uso seguro e gestão de riscos e realizado teste para avaliar o conteúdo de pastilhas de ecstasy.

A ANANDA faz algumas atuações em parceria com o BaLanCe e ajudou a produzir o material informativo sobre Cannabis e Redução de Danos. Veja as outras campanhas do BaLanCe na UP na barra ao lado: