segunda-feira, 5 de julho de 2010
Opinião: O Globo fala sobre a Guerra às Drogas
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Contra o “revide” da Segurança Pública do Rio de Janeiro
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Guerra às Drogas: Uma forma de controlar a democratização
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Drogas: oito anos de descriminalização em Portugal
Pouco conhecido nos círculos dos formuladores de políticas públicas é o caso de Portugal, uma nação que deu o passo de descriminalizar o uso de todas as drogas em 2001.
"Eles o fizeram por uma única razão: estavam muito preocupados com altas taxas de abuso de drogas nos anos 90 – mais especificamente com a heróina -, então chegaram à conclusão de que descriminalizar era o único caminho para baixar as taxas de abuso", diz o jornalista e comentarista político Glen Greenwald, que escreveu um relatório sobre os oito anos de descriminalização em Portugal para o Instituto CATO dos Estados Unidos.
Leia na íntegra: Comunidade Segura
sábado, 1 de agosto de 2009
Novas bases militares dos EUA na Colômbia. Guerra às drogas serve de pretexto
Por Wálter Fanganiello Maierovitch
Já escrevi tanto, que perdi a conta. Também falei em inúmeros foros internacionais, –incluídos os sob o patrocínio das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA)–, que a “war on drugs” é utilizada para esconder, camuflar, interesses geoestratégicos, geopolíticos e geoeconômicos.
No momento, os EUA e a Colômbia, –como ficou acertado em Washington na visita feita por Álvaro Uribe a Barack Obama e a anteceder o G8 deste julho–, cuidam de alinhavar o projeto de construção de três (3) bases militares em território colombiano: Palanquero, Malambo e Apiay.
Leia na íntegra: Blog Sem Fronteiras
quinta-feira, 23 de julho de 2009
22/07: Dia em Memória das Vítimas da Guerra às Drogas
E-mail enviado pelo companheiro Dênis Petuco, educador popular, redutor de danos, terapeuta comunitário e cientista social. Dênis fez uma tradução rápida de uma carta recebida por um ativista na Dinamarca e disponibiliziu para nós uma versão. Acrescento apenas que à triste conta exibida na carta, poderia ser somado os dados de outros países. Milhares ou milhões de pessoas que já morreram, vítimas diretas ou indiretas da Guerra às Drogas e suas consequências - postura política oficialmente adotada por diversos países desde o início do século XX, incluindo o Brasil. Continuamos em luto por essas vítimas e, infelizmente, não temos perspectiva de quando esse luto poderá terminar. "Copenhagen, 22 de julho de 2009 – Dia da Memória
Seis anos atrás, a União Dinamerquesa de Usuários de Drogas (BrugerForeningen) estabeleceu um monumento, na qual a marca o Dia Internacional da Lembrança para Usuários de Drogas. Uma pedra e inscritos em uma árvore na esquina de um pequeno pedaço de grama triangular, em uma rua paralela a uns dos principais locais de uso de drogas de Copenhagen.
Eu participei de todas estas cerimônias, e todos os anos um novo dispositivo é utilizado para indicar o número de registros oficiais de overdoses na Dinamarca. Este ano, a relva estava coberta com filas de pequenas cruzes brancas: 275 deles. Cada marcação triste lembra a gratuita perda de uma vida. Sentado no meio das cruzes antes da cerimônia, tentava pensar. Fiquei chocado com a obscenidade do espetáculo e do que ela representava. 275 vítimas de uma imoral e inútil guerra às drogas. Cada uma destas cruzes não representa uma morte relacionada à droga, mas à proibição, que com seus efeitos colaterais, causa estas mortes.
Eu tentei falar destas coisas, mas as palavras não me ajudaram muito. Vito Georgievski, da Macedônia, e o secretário-geral da INPUD (Rede Internacional de Pessoas que Usam Drogas), Mikael Johanesson, da União de Usuários de Drogas da Suécia, cada um falou da situação dos usuários de drogas em países com regimes de controle especialmente duros. Jørgen, Presidente da BrugerForeningen, falou da dificuldade para angariar apoio em torno dos debates sobre leis para heroína na Dinamarca.
Termino com um trecho de um canto de uma canção dinamarquesa de resistência ao nazismo; seu verso final é pungente, como nós, consumidores de drogas que continuamos resistindo à guerra que está sendo travada contra nós.
Luta por tudo o que você amar,
Combate à morte, se necessário,
Então, nem vida nem morte vão parecer demasiado duras.
Eliot Albert"