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| Aula na sede da ACUCA-SP |
terça-feira, 14 de abril de 2015
3 WorkShops de Cultivo e uma aula pública sobre História do Proibicionismo no Brasil
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Faltam 4 dias para a Marcha da Maconha! Divulgue e compareça nas Oficinas!
QUANDO: 5 de dezembro - sábado (Concentração às 16hs)
ONDE: FAROL DA BARRA
RELEASE: CLIQUE AQUI
ORKUT - CLIQUE AQUI
HISTÓRICO - CLIQUE AQUI
CONTATOS: (71) 81771488 ou contatoananda@gmail.com
AVISO: Por se tratar de uma manifestação que tem por objetivo alterar a legislação, que proíbe e criminaliza o uso e a comercialização de substancias psicoativas, sugerimos que menores de 18 anos compareçam a manifestação acompanhados de seus responsáveis.
Avisamos também que enquanto a legislação não for alterada, continua sendo proibido o porte e uso destas substancia, e que a não observação destas normas permanece sendo considerado um crime em nossa sociedade. (Lei Anti-drogas - 11.343)
Oficinas de Arte e Ativismo
As Oficinas são espaços para criação de cartazes, faixas, fantasias e outras formas de expressão artística e política para serem expostas na Marcha. Além disso, as Oficinas também são espaços para troca de experiências sobre ativismo e ciber-ativismo e discussões sobre as políticas e leis sobre a maconha e outras drogas.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Os males do baseado, nada sério quando comparado ao álcool!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Ativistas protestam plantando maconha na sede do DEA
sábado, 19 de setembro de 2009
LUTO: Morre Jack Herer - The Cannabis Hero
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Marijuana em intervenção urbana

segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Ananda na Festa Aquarius - CE

quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Em que pé andam as Ações da Procuradoria Geral da República?
O Processo está correndo e já contamos com algumas manifestações relativas a ADI, como a da Câmara dos Deputados, que relata que "não há o que esta Presidência informar" e a da Presidência da República.
A manifestação da Presidência da República faz várias considerações: reconhece que a participação em um evento pela mudança na lei relativa ao uso de uma substância considerada ilegal hoje não pode ser considerada apologia ao crime, mas afirma que há uma linha tênue entre o tipo penal e a liberdade de expressão pela mudança legislativa, sendo necessária a análise de caso a caso. Por fim, entende que "a presente ação não deve ser conhecida".
Para acompanhar o andamento basta entrar no site do STF e ir no ícone de Acompanhamento Processual. Digite o número do processo (4274 ou 187) e selecione ADI/4274 ou ADPF 187. Clique no ícone em vermelho "Peças Eletrônicas" e tenha acesso a todos os documentos já disponibilizados pelo STF.
Encod no Festival Paredes de Coura 2009
sábado, 8 de agosto de 2009
A Folha Entrevista: Ethan Nadelman
Hoje, 3 jornalistas da equipe da Folha da Cannabis tiveram uma experiência muito enriquecedora: tivemos a oportunidade de conhecer e entrevistar Ethan Nadelman, Diretor Executivo da Drugs Policy Alliance, entidade que atua promovendo discussões sobre políticas e leis sobre drogas no mundo todo. A conversa abordou temas ligados à essas políticas e leis e a realidade atual brasileira. Ethan abordou temas como o cultivo para consumo próprio, a regulamentação do porte, plantio e comercialização, o modelo Cannabis Social Clubs e o potencial terapêutico da erva.
Além disso, falamos para ele um pouco a respeito da atual cena de ativismo e cultura canábica no Brasil, dando ênfase à apresentação do Growroom, da Ananda, da Marcha da Maconha e, é claro, da Folha. Ethan ganhou de presente uma camiseta da Ananda e uma edição do livro O Fino da Massa.
Pois é turma. A Folha está crescendo, amadurecendo. Em breve chegará a hora de colhermos bons frutos. Aguardem a primeira edição da Folha da Cannabis com a entrevista exclusiva na íntegra realizada com Ethan.
sábado, 1 de agosto de 2009
Henrique Carneiro participa de Reunião da ANANDA
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Ananda lança Loja Virtual
terça-feira, 28 de julho de 2009
TV ANANDA
segunda-feira, 27 de julho de 2009
"Faze o que tu queres!" - Curta sobre a Manifestação contra a decisão judicial que proibiu a Marcha da Maconha Salvador 2008 de ocorrer
domingo, 26 de julho de 2009
Violação de Direitos Humanos: O caso de Robson, um Rastafari na cidade de Salvador
Um dos integrantes da ANANDA, Robson Freitas, estudante de Direito e membro da União Rastafari da Bahia, vem passando por um processo muito delicado em sua vida. Tomamos conhecimento dessa sua história. Abaixo está um trecho relatado por ele , e mais abaixo, algumas considerações pertinentes sobre o caso. Robson conta com aconselhamento de um advogado no momento, mas se alguém se interessar em ajudar no caso será muito bem vindo:
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"Numa terça-feira, dia 13 de janeiro de 2009, depois de um dia de trabalho, eu, Robson Freitas, cidadão brasileiro e funcionário público concursado da EMBASA, cheguei em casa, tomei um banho e fui na reunião da Associação União Rastafári (ABENCULTURAS-Associação Beneficente Cultural e Recreativa União Rastafari).
Por volta das 22h e 30minutos, quando voltava para casa, na Ladeira da Independência, bairro Nazaré, fui abordado por sete cidadãos que não se apresentaram e de forma hostil perguntaram:
- Está com os documentos aí?
A bexiga, que já estava muito cheia, apertou ainda mais. Disseram:
- Mão na parede!
Respondi:
- Preciso mijar.
Virei para a parede abrindo o zíper. Começei a ser agredido fisicamente, me bateram no pescoço e nuca. Respondi com o poder da Palavra, único escudo que o Senhor me permitia no momento:
- Me respeitem! Vocês não têm motivos para me agredir fisicamente e a Constituição não lhes dá tal Direito!
Pararam as agressões; consegui a dignidade de poder urinar. Quando terminei, um deles, prontamente, enfiou a sua mão no bolso esquerdo da frente da minha calça, retirando pequena quantidade de Ganjah.
Os sete me arrastaram pelos pés, me deixando de ponta-cabeça. Minhas chaves, carteira com o documentos e o aparelho de telefone celular caíram no chão. Em seguida me colocaram deitado no chão, pisando nos meus pés e na minha cabeça.
No decorrer destas agressividades, eu, utilizando apenas do Poder da Palavra, atingia-os verbalmente citando a nossa Constituição Federal. Disse-lhes que pelo Art. 5°, inciso III- ninguém será submetido a tortura nem tratamento desumano ou degradante; Que pela Lei 11.343,
Cheguei a dizer-lhes, alertando-os da gravidade de suas condutas:
Apesar disso, o tratamento não mudou me fazendo entender o sentido real da Palavra pelourinho. (continua...)"
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Diante de tudo isso, surge como questões principais:
Onde e em quais condutas está realmente o atentado à Ordem e Saúde Pública? Nessas circunstâncias: quem é a vítima? A sociedade ou o cidadão Robson? Uma vez que como cidadão, não apresenta em sua conduta nenhum ato que realmente represente um risco à Ordem ou Saúde Pública, sofreu tratamento indigno, foi exposto à situação vexatória e também não teve reconhecida sua identidade religiosa.
Considera-se que houve um atentado a Bem Público. O cidadão ou cidadã brasileira, em sua individualidade, também é um Bem Público? O cerceamento das liberdades e direitos e as agressões físicas sofridas por Robson também devem ser considerados como atentados a um Bem Público.
Essas perguntas fazem refletir a respeito da lei e política sobre drogas e sobre o pleno exercício de nossos direitos. É um caso atual na cidade de Salvador, Estado da Bahia, Brasil. Cada um de nós pode ler este relato de forma cuidadosa ou despretensiosa.
Podemos tirar conclusões sérias que motivem atuações e posicionamentos reais, ou podemos apenas considerar mais um texto informativo sobre a tal “Guerra as Drogas”. Mas, para o cidadão Robson todos os fatos e essas perguntas só serão respondidas de acordo com a interpretação de quem for Julgar-lhe na próxima quarta-feira (29/07), as 10:30. Para ele e para nós, todas as interpretações são válidas e importantes. Mas as únicas que determinarão como será os próximos meses da vida de Roson é a daqueles que o Julgarem.
Oxalá a Justiça seja feita. E para ela, que é cega, não faça diferença a cor da pele, o tipo de cabelo, a crença religiosa e outras características culturais e tradicionais da vida de Robson.
sábado, 25 de julho de 2009
CNN debate proibição da maconha nos EUA
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Marcha da Maconha liberada?! Êba!
De acordo com a procuradora-geral, a interpretação dos referidos dispositivos está gerando indevidas restrições aos direitos fundamentais à liberdade de expressão e de reunião. Ela explica que, nos últimos tempos, diversas decisões judiciais têm proibido atos públicos em favor da legalização das drogas, empregando o equivocado argumento de que a defesa dessa ideia constituiria apologia de crime.
Debora Duprat quer que o STF conceda medida cautelar, para suspender, até o julgamento final da ação, a possibilidade de que qualquer autoridade judicial ou administrativa dê, ao artigo 287 do Código Penal e do artigo 33, parágrafo 2º, da Lei 11.343, interpretação que possa ensejar a criminalização da defesa da legalização das drogas, ou de qualquer substância entorpecente específica, inclusive por meio de manifestações e eventos públicos.
Ela explica que pediu a medida cautelar porque pessoas são submetidas a prisões em flagrante, inquéritos, ações penais e outros constrangimentos apenas por exercitarem seus direitos fundamentais à liberdade de expressão e de reunião. “Essas medidas causam danos morais e lesam bens extrapatrimoniais que não são suscetíveis de reparação ao final do processo”.
Censura - Além disso, complementa a procuradora-geral, a interpretação “pode conduzir – e tem conduzido – à censura de manifestações públicas em defesa da legalização das drogas, não só violando os direitos das pessoas e grupos censurados, como também asfixiando o debate público em tema tão relevante. Os danos aos direitos fundamentais dos envolvidos e à democracia serão também irreparáveis ao final do processo, pela sua própria natureza”.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Email de um brasileiro na Califórnia
E-mail recebido hoje no contadoananda@gmail.com,
Enviado por Luiz Diego Burza - Formado pela Oaksterdam University L.A, membro da Medical Cannabis Association, paciente regulamentado, residente na Califórnia.
Aqui na Califórnia, temos passado por uma série de mudanças positivas em relação ao uso da maconha medicinal e também do uso adulto. Tivemos a THC Expo L.A. que foi um grande evento, como também temos tido várias festas, encontros e reuniões voltadas à conscientização.
A maconha medicinal tem um poder terapêutico incomparável a muitos químicos. Convivo com outros pacientes que tem a maconha como algo indispensável ao lidar com dores, enjôos e outros sintomas.
domingo, 12 de julho de 2009
Itália: Ativistas aguardam julgamento por "tolerância ao consumo de drogas"
Hoje decidimos produzir um artigo especial, baseado a carta de Enrico Fletzer, que relata a informação de que, no próximo dia 24 de julho, Rosario Picciolo e mais 58 ativistas, incluindo Maria pia Scarciglia, advogada do grupo, irão a julgamento pelos crimes de "organizar eventos onde há tolerância ao uso de drogas".
Na Itália, tal acusação tem sido usada para criminalizar movimentos sociais que lutam por reformas nas políticas e leis sobre a maconha e outras drogas. Na prática, os eventos que eles estão sendo acusados de promover são passeatas antiproibicionistas e por reformas nas políticas e leis sobre drogas.
O grupo organiza manifestações há 10 anos, mas os problemas judiciais se inciaram em 2007, após a promoção do evento denominado "Zona Temporaneamente Liberata"ou "Zona Autônoma Temporária", que dispensa traduções. Nessa ocasião, 5.000 pessoas foram as ruas para manifestar publicamente suas opiniões sobre o tema e mostrar a cultura do consumo para a sociedade em geral. Esse conceito é baseado nos trabalhos do ativista e anarquista Hakim Bey.
O caso nos interessa e acompanharemos de perto, na medida do possível, pois é uma criminalização do mesmo tipo que os indivíduos e instituições que organizam as Marchas da Maconha no Brasil estão sofrendo. Eles podem pegar sentenças de mais de 4 anos de prisão e uma grande multa, numa jornada política e judicial que promete se prolongar por muito tempo, visando desmantelar o movimento antiproibicionista italiano. Segundo Enrico, essa iniciativa é liderada pelo prefeito Sergio Cofferati e por juizes ligados ao Partido Democrata.
Precedentes da Repressão na Itália
Essa não é a primeira vez que o Governo Italiano atua contra militantes. No primeiro semestre de 2007 sites e blogs foram fechados por ordem judicial e em novembro, o ativista Aldo Bianzino morreu em condições violentas e misteriosas, após ser detido e conduzido à uma delegacia por cultivar plantas de maconha. A militância de Aldo baseava-se em cultivar Cannabis e pesquisar em seu sítio suas propriedades medicinais produzindo remédios e óleos caseiros à base de extratos de partes não-psicoativas e psicoativas da planta. Apesar de nunca ter havido provas de que ele vendia maconha, Aldo foi brutalmente assassinado sem direito a julgamento simplesmente por cultivar plantas de maconha e divulgar as propriedades medicinais da erva.
Colaboraram com essa matéria: Luana Malheiro, Daniel de Araújo, Dênis Petuco, Luísa Saad e Sergio Vidal

