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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Novo livro sobre maconha será lançado dia 28


Snoop Dogg: 'Fumo maconha para me divertir'

Cantor de hip hop está no Brasil para turnê que passa pelo Rio de Janeiro (9), Florianópolis (11) e no festival SWU (12)

Luisa Girão, iG Rio de Janeiro

Uma hora após o horário marcado para a coletiva de imprensa, o cantor Snoop Dogg chega a piscina do Hotel Santa Tereza - onde está hospedado - de gorro listrado, óculos escuros, chinelos, meias pretas, calça e casaco verde bandeira. Bem à vontade. Sem as famosas correntes e anéis, comuns a qualquer rapper, mas com as gírias característica ao gênero, o americano se diz em casa.

“A primeira vez que vim aqui foi em 2003 para gravar o videoclipe de Beautiful porque queria saber do que esse lugar se tratava. Eu o via de longe...tão bonito. É tudo amor, sabe? Eu nunca tive um problema aqui. E quero conhecer o Brasil todo, não só do que se fala na América: das praias e das mulheres. Posso dizer que aqui se tornou uma casa”, afirmou ele, durante bate-papo, nessa segunda-feira (7).

Além de fazer apresentações no Rio (09) e em Florianópolis (11), o cantor é uma das principais atrações para o primeiro dia de shows do festival SWU Music and Arts Festival 2011, que acontece em entre 12 e 14 de novembro, em Paulínia (SP). "Quem tocar depois de mim estará em apuros", disse o rapper, entre risadas, citando a célebre frase de Muhammad Ali. “Sou jovem, sou rápido, sou bonito e não posso ser vencido".

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

“Associação de usuários de maconha: entre Liberação e Proibição” – por Sergio Vidal | UNE - União Nacional dos Estudantes

“Associação de usuários de maconha: entre Liberação e Proibição” – por Sergio Vidal | UNE - União Nacional dos Estudantes

Em geral, as discussões de políticas e leis sobre a maconha são feitas por pessoas que defendem apaixonadamente sua proibição total ou sua liberação total. Na proibição total significa que plantar, colher, fumar, vender ou distribuir maconha, ainda que sem a intenção de lucro, continuam sendo crime. Na liberação total a maconha seria tratada como o álcool ou tabaco, tornando-se um negócio passível de ser explorado pelas grandes industrias. Mas será que não estamos tão acostumados com a discussão monolítica dos “contra” X “a favor” que estamos ignorando a existência de inúmeras possibilidades entre esses dois extremos?

Em fevereiro desse ano, durante um debate de lançamento do meu livro em São Paulo, o deputado Paulo Teixeira, líder do PT na Câmara, defendeu que fosse estudado no Brasil a possibilidade de regulamentar o cultivo de maconha para uso pessoal. Em sua proposta o deputado defendeu ainda que fosse regulamentada a criação de associações sem fins lucrativos, formada por usuários, para que esses pudessem cultivar e se abastecer de forma coletiva. Na época, a participação do deputado nesse debate foi ridicularizada por alguns jornais, que sequer se deram ao trabalho de pesquisar sobre como tem sido experiências semelhantes em alguns países da Europa, do qual a Espanha é o maior exemplo, muito menos publicar informações sobre o que tem sido essas experiências e quais seus resultados concretos.

A cada dia tem ficado mais evidente que esse debate tem que ser feito com urgência. A intensidade com que o assunto vem sendo discutido nos mais diferentes espaços da sociedade é um marco importante de como a discussão deve ser encarada com seriedade. Em vista disso, devemos nos perguntar: Será que discutir a regulamentação das Associações de Usuários, como vem propondo o deputado Paulo Teixeira, é uma proposta assim tão absurda?

Em 2009, o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD), criou um Grupo de Trabalho formado por pesquisadores, técnicos e representantes do Governo e da Sociedade Civil para discutir propostas de modificações na Lei de drogas, 11.343 de 2006 e sua efetiva regulamentação. Durante os trabalhos desse GT, foi apresentada por mim e outros conselheiros a necessidade de regulamentar o cultivo caseiro de maconha e estudar a possibilidade de regulamentar também o cultivo coletivo através de Associações sem fins lucrativos. Apesar dos trabalhos do GT ainda não terem sido concluidos, a proposta foi bem aceita pela maioria dos participantes do GT, que demonstraram interesse em conhecer mais sobre o tema, especialmente como tem sido a experiência na Espanha.

Na Espanha, onde esse modelo vem sendo implantado desde o final da década de 90, existem atualmente cerca de 200 Associações e uma Federação de Associações Canábicas. Nesses locais, só podem se cadastrar pessoas maiores de 18 anos, que já sejam usuárias habituais da erva e que tenham sido indicados por um ou mais associados. Esses usuários só podem retirar aproximadamente 20 gramas por semana, a não ser que se tenha recomendação médica indicando que a necessidade é maior que esse limite. As Associações não têm interesse de lucro, por isso, podem investir o dinheiro arrecado em benefício dos próprios associados e da comunidade da qual fazem parte. Com esse modelo, os espanhóis têm conseguido não apenas retirar uma grande fonte de lucro dos traficantes, mas também reduzir os danos associados ao uso de maconha e, principalmente, incentivar a autonomia dos usuários, promovendo mudanças na forma como esse encaram o consumo. Os usuários deixaram a postura passiva de apenas decidir se vão ou não adquirir, cultivar ou consumir. Os usuários também passaram a ter mais acesso ao sistema de saúde e não foram registrados aumento no número de novos consumidores

Em muitos dos debates embasados na dicotomia proibição X liberação é comum ver o argumento de que não é possível regulamentar o uso de maconha por causa dos Tratados Internacionais sobre drogas. Mas, de fato, os Tratados Internacionais são muito mais flexíveis do que tem sido afirmado, tanto que toda experiência espanhola com as Associações Canábicas está dentro dos limites desses Tratados e a Espanha não tem sofrido qualquer retaliação por conta disso. Aliás, é importante destacar que os Tratados sequer prevêm qualquer tipo de punição para os países que decidirem não os levar mais em consideração. De fato, toda a experiência espanhola das Associações de Usuários só é possível porque os próprios Tratados deixam a cargo dos países signatários a decisão de criminalizar ou não as condutas relacionadas com à esfera do consumo, incluindo aí os chamados “atos preparatórios”, como o cultivo da erva.

Até hoje os debates com relação à maconha têm sido feito, em sua maioria, por defensores apaixonados de um ou outro extremo. Acho que já é hora de amadurecermos o debate, deixar os aspectos morais, os preconceitos e as paixões de lado e embasar a discussão em dados de experiências concretas e em pesquisas científicas. Só assim poderemos enxergar que existem possibilidade ainda inexploradas porque simplesmente não estamos acostumados a pensar fora do embate proibição x liberação. Acho que é cada vez mais necessário pensar e por em prática alternativas que estejam entre esses extremos. Afinal, não seria menos arriscado e prejudicial aos usuários e à sociedade tirar a maconha das mãos dos traficantes para colocá-la nas mãos dos interesses de grandes empresas.

Sergio Vidal é antropólogo e membro do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (CONAD) – sergiociso@gmail.com

As drogas e as prisões dos pobres

Edmilson Lopes Jr*
Segundo levantamento da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, 47% das pessoas que se encontram encarceradas no estado devem à sua prisão ao envolvimento com o tráfico de drogas. Em 2008, esse percentual era 20%. O que teria levado a um aumento tão significativo? As prisões seriam o resultado de um forte enraizamento social do consumo de drogas na esquina do Atlântico Sul? Ou, quem sabe?, o produto da eficiência policial potiguar?

Os dados ainda não permitem análises mais aprofundadas, mas a minha hipótese é a de que esse quadro é o efeito indesejado da Lei 11.343, de 2006. Como se sabe, essa lei relaxou a punição contra os usuários, mas, até como contrapartida para legitimar essa aparente liberalidade, aumentou a punição para os supostos traficantes. E as penas são draconianas: de 05 a 10 anos de prisão
sábado, 5 de novembro de 2011

A USP deve manter o convênio com a Polícia Militar? NÃO!

Polícia para quem precisa



FONTE: Folha de São Paulo, sábado, 05 de novembro de 2011, Coluna Tendências e Debates
HENRIQUE S. CARNEIRO
A crítica à Polícia Militar na USP se refere a sua utilização contra estudantes ou contra grevistas.

Se há um agressor, estuprador ou assaltante armado, a PM será acionada como em qualquer outro crime. Mas revistar estudantes, dar buscas em centros acadêmicos ou prender jovens que fumam maconha em gramados do campus é não só dar destinação errada para a PM como extrapolar suas supostas funções de proteger a comunidade.

No que se refere ao crime na USP, pretexto para o uso da PM contra os estudantes, se sabe que a melhor proteção é a própria coletividade atenta e uma guarda bem treinada, bem equipada e com confiança comunitária. Em geral, não há crimes contra a pessoa ou contra o patrimônio à vista de todos, em lugares bem iluminados e cheios de gente.
 
Por isso, em lugares em que há fluxo de estudantes, a vigilância ostensiva não é tão necessária, mas, sim, em lugares ermos ou nas entradas e saídas da universidade.
A polícia priorizar a repressão ao uso de maconha é errado, porque isso a torna uma patrulha de costumes anti-estudantil.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Sobre Marcelo Freixo e oclofobia policial na USP


31/10/2011

Uma notícia estarrecedora se repete no Rio de Janeiro. O deputado Marcelo Freixo, o mais votado do estado, ex-presidente da CPI das milícias, é obrigado a sair do país por estar sob ameaças de morte do mesmo grupo que já assassinou a juíza Patrícia Acioli. Subsiste no aparelho policial brasileiro o que seja talvez a pior herança do período ditatorial, uma estrutura intocada, nunca reformada, militarizada, com foro privilegiado e com uma cultura de violência e corrupção oriunda nos baixos salários e formação oclofóbica.

A oclofobia é o horror à multidão. Quando se depara com uma multidão o policial militar já põe a mão numa bomba. A banalização do uso de armas química e balas “não-letais” que num país como a Inglaterra nem em situação de saques e incêndios generalizados foram empregadas faz com que no Brasil o desfile de tropas de choque a disparar a esmo nas ruas seja quase diário.

No que se refere ao crime na USP, pretexto para o uso da PM contra os estudantes, se sabe que a melhor proteção é a própria multidão. Em geral, não ocorrem crimes contra a pessoa ou contra o patrimônio a vista de todos em lugares bem iluminados e cheios de gente. Por isso, em lugares em que há fluxo de estudantes a presença policial ostensiva não é necessária, mas sim em lugares ermos ou em entradas e saídas da universidade. A PM na USP passou a adotar uma prática de policiamento sistemático contra os estudantes havendo inúmeros relatos de assédio contínuo em áreas de lazer e mesmo no interior de prédios.

O que é necessário não é que deixe de haver carros da PM circulando pelo campus verificando áreas identificadas como perigosas para crimes contra o patrimônio, mas sim que a polícia deixe de policiar a comunidade estudantil, invadindo centros acadêmicos ou jardins e gramados para revistar arbitrariamente as pessoas.

A polícia priorizar a repressão ao uso de maconha é errado por que isso faz da polícia uma espécie de patrulha de costumes, de força de policiamento que prioriza a ação anti-estudantil. Em breve poderão prender também as fotocopiadoras ou quem vender cerveja em festas sob pretextos legalistas? Se o objetivo maior deve ser a manutenção da paz e tranqüilidade social, a intervenção da polícia não deve ser o agente que venha justamente a provocar a ruptura dessa paz. Se houver consumo indevido de drogas ou de álcool que possa atrapalhar a terceiros ou a atividades didáticas cabe à própria comunidade universitária adotar regras e mecanismos de fiscalização delas que coíbam esse tipo de prática. Até mesmo um cigarro aceso em locais fechados é proibido e a comunidade deve, corretamente, buscar impedir quem acenda um cigarro não respeitando o interesse coletivo. Ou devemos deixar a PM resolver também esse tipo de coisa?

A melhor segurança é uma guarda universitária modelo, bem-equipada e não terceirizada. Ter uma guarda e uma vigilância terceirizadas compactua com trabalhos superexplorados e mal-qualificados e, acima de tudo, afasta os serviços de segurança da relação orgânica com a comunidade. Um guarda funcionário da universidade conhece melhor a comunidade e pode ajudar a dirimir problemas muito melhor assim como identificar as ameaças à segurança e constituir uma rede de grande inteligência, comunicação e confiança comunitária.

Com o episódio Marcelo Freixo, depois de tantos, espero que fique mais claro porque a comunidade universitária da USP prefere, no que segue uma antiga tradição de autonomia universitária, buscar resolver seus conflitos internos sem uso da polícia militar.
domingo, 30 de outubro de 2011

O conflito na USP



A tentativa de prisão de três estudantes pela PM na FFLCH e a reação dos seus colegas em sua defesa é um episódio revelador das muitas contradições que existem em nossa sociedade.

Em primeiro lugar, fica patente o sentido absurdo do proibicionismo de certas drogas. O uso de cigarros ao ar livre em lugar retirado seja de tabaco, de cravo ou de maconha, não afeta ninguém exceto os seus usuários. É uma conduta tipificada na teoria do direito como isenta de qualquer princípio de lesividade. O bem estar público não estava sendo afetado. Ninguém estava sendo ameaçado em seus direitos nem havia nenhuma violência em curso. A própria legislação vigente por meio da lei 4330 já entende que o uso de drogas em si não deva ser penalizado.

O uso de maconha em parques, praias e locais abertos é prática disseminada entre milhões de usuários e sua injustificada repressão envolve uma compreensão de que o papel da polícia deva ser o da coerção em massa de práticas culturais recreacionais e de estilos de vida característicos da juventude e das camadas populares. Essa função torna a polícia um veículo de distúrbio da paz social e uma fonte de corrupção devido às extorsões comumente praticadas contra usuários de substâncias ilícitas.

Toda a violência adveio da intervenção da polícia que terminou inclusive usando armas químicas lacrimogêneas que, embora sejam chamadas de “não-letais”, são armas extremamente tóxicas e inclusive cancerígenas. PMs chegaram a ameaçar atirar bombas no interior do prédio da Ciências Sociais e há relatos de que ao menos um tiro foi disparado para o ar. Após a brutal invasão da tropa de choque em 2009, novamente gases tóxicos são espalhados pelos prédios da FFLCH e estudantes agredidos pela polícia que supostamente estaria lá para defendê-los.

A PM no Brasil é um entulho autoritário do período da ditadura militar, é uma polícia militarizada com foros privilegiados que se constitui na força policial mais violenta do mundo, com registro de torturas, assassinatos, até mesmo de juízes, como ocorrido recentemente no RJ, onde a formação das chamadas “milícias” mostra como ocorre um acelerado processo de deriva delinquencial de uma parte do aparelho policial.

O uso de drogas por jovens não pode ser tratado como um caso de polícia. Menos ainda num ambiente escolar, onde o diálogo e a busca de soluções negociadas e não violentas deve ser uma parte constituinte do projeto pedagógico.

O uso de maconha pela juventude há muitas décadas é parte tanto de uma atitude de rebeldia e desafio, elogiável característica da juventude que lhe confere boa parte de sua capacidade de indignar-se, como de uma busca de recursos alternativos aos remédios farmacêuticos para se lidar com a tensão e ansiedade da vida contemporânea ou para se potencializar a criatividade. Quando se sabe que personalidades científicas como Carl Sagan, Stephen Jay Gould, Oliver Sacks ou Sérgio Buarque de Hollanda usaram maconha não se objeta que tal uso tenha sido contraproducente para sua criatividade. Quando um empresário como Steve Jobs declara que sua experiência com LSD foi uma das coisas mais importantes de sua vida ou quando cientistas como Francis Crick reconhecem que a experiência com psicodélicos tem enorme potencial cognitivo, eles não são acusados de apologistas.

Em 1967, diversos intelectuais de todo o mundo, como Gilles Deleuze, François Chatelet, entre outros, assinaram manifesto publicado no Times de Londres, solicitando a despenalização da Cannabis. Passado quase meio século e essa reivindicação continua presente e, mais do que nunca, necessária.

É mais do que hora da comunidade acadêmica se manifestar novamente contra a proibição do uso da Cannabis, explicar para a opinião pública os argumentos contra a mortífera e imperialista guerra contra as drogas imposta ao mundo pelo governo dos EUA e defender o direito ao autocultivo de maconha e exigir que a questão social e cultural das drogas não continue sendo tratada como caso de polícia.

Se até um professor titular da faculdade, ex-presidente da República, se autocriticou de sua política de drogas e aderiu à campanha antiproibicionista, porque a maioria de nosso corpo docente não se manifesta na forma de um abaixo-assinado contra a continuidade da proibição e perseguição ao uso da maconha no país, propondo uma alteração da atual legislação?
quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Encontro discute qual a Lei de Drogas queremos para o Brasil

Hoje e amanhã acontece um evento muito especial que vai reunir técnicos, políticos, usuários, especialistas com as mais diversas experiências para discutir a respeito de qual a Lei de Drogas queremos para o Brasil. Estarei lá apoiando a regulamentação do cultivo e do uso de maconha para pessoas maiores de 18 anos e a exploração das propriedades industriais e medicinais da planta com o máximo de urgência possível. Confira a programação abaixo:

I Encontro nacional sobre álcool e outras drogas
Dia 25 (HOJE) – Auditório do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador – CESAT/SESAB 18h00 Mesa de Abertura: – Antonio Nery Filho – Convidado de Honra (Coordenador Geral do CETAD/UFBA) – Emiliano José – Convidado de Honra (Deputado Federal PT/BA) – Lídice da Mata (Senadora da República PSB/BA) – Maria Luiza Mota Miranda (Coordenadora do Núcleo de Estudos Avançados do CETAD/UFBA)- Paulo Teixeira (Deputado Federal PT/SP) 18h40 Abertura dos trabalhos – Maria Luiza Mota Miranda Palestra de abertura – Senadora Lídice da Mata 18h40m – Conferência “A lei brasileira sobre drogas e novas proposições” - Deputado Paulo Teixeira ______________________________________________________

 Dia 26 (AMANHÃ) – Auditório do Centro Estadual de Referência em Saúde do Trabalhador – CESAT/SESAB 8h00 às 10h30m - Painel – A lei que se tem em: – Espanha, Holanda, Suíça, Portugal, Bélgica e Brasil 10h30m às 11h00 - Coffee break
11h00 às 12h30m
– Workshop – “A lei que se quer contempla…”: Discussão em grupos das apresentações anteriores (técnicos da área e representantes da sociedade civil e do Estado).
12h30m às 14h30m
– Almoço
14h30m às 16h00
– Continuação e fechamento do Workshop
16h00 às 16h30m
- Coffee break
16h30m às 18h00
Plenária para socialização das discussões em grupo e encaminhamentos para o II Seminário Internacional “A lei possível”
18h00
Declaração de encerramento - Antonio Nery Filho

MAIS INFORMAÇÕES: http://nucleodeestudosavancados.wordpress.com/programacao/
quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Sábado tem Oficina de Cultivo de Maconha em Salvador

O FaceBook censurou o evento e cancelou a página, ameaçando suspender minha conta. Mas existem muitas maneiras de divulgar a Oficina de Redução de Danos e Cultivo de Cannabis! Ajoêia! :D
Clique na imagem para ver ampliada. Abaixo, o link para o mapa de como chegar!