segunda-feira, 14 de março de 2011

Erva com nome de Charlie Sheen dispara em vendas na Califórnia

Em lojas que vendem maconha na Califórnia, nos Estados Unidos, uma nova droga tem feito sucesso: Charlie Sheen. Isso mesmo, o ator virou nome de uma erva, após ser internado depois de festejar por 36 horas com prostitutas, informou o TMZ.

O novo tipo da erva Cannabis Sativa começou a ser comercializada na semana passada e está disparando nas vendas. Um funcionário de uma das lojas contou ao site que a demanda é tão grande que já é necessário plantar mais.
Fonte: Terra

Mais exercícios e menos maconha

Pesquisadores da Universidade de Vanderbilty, em Nashville, nos Estados Unidos, estão estudando usuários de maconha para tentar entender como os exercícios atuam sobre o cérebro – e, quem sabe, usar a atividade física como prevenção e tratamento para usuários da droga. Os participantes (apenas 12, o que inspira futuros estudos para a confirmação dos resultados) relataram uma diminuição significativa na vontade de fumar depois de algumas sessões de corrida na esteira, de acordo com estudo publicado na quinta (10) no PLoS ONE. Esta é a primeira pesquisa a demonstrar que o exercício pode reduzir o consumo de cannabis por pessoas que não desejam parar.

Os cientistas escolheram oito estudantes do sexo feminino e, quatro, do masculino, que se encaixavam no critério de "dependentes" da droga e não queriam qualquer ajuda ou tratamento para parar de fumar. Durante o período acompanhado pelos pesquisadores, o desejo de fumar e o uso efetivo da maconha diminuiu mais de 50% depois de corridas de 10 a 30 minutos na esteira, duas vezes por semana. Isso resulta em 10 sessões, mas já nas cinco primeiras a vontade de fumar já havia diminuído bastante.

Governo debaterá regras de uso da maconha medicinal em New Jersey

Na segunda-feira (7), o Departamento de Saúde de New Jersey realizou uma reunião para analisar como o Estado regulamentará o uso medicinal da maconha. Há mais de um ano, os legisladores aprovaram a droga para pacientes que sofrem de determinadas doenças, mas exatamente como isso é feito tem travado a regulamentação.

Pacientes e seus defensores alegam que as regras não são práticas. Eles temem que as leis limitem a potência da droga, algo que nenhum dos outros 13 estados que permitem o uso medicinal da maconha têm feito.

Enquanto o processo regulamentar demora seguir a diante, os legisladores consideram reescrever as regras. Ambas as câmaras da legislatura declararam que as regulamentações propostas não seguem a intenção da lei.

Parlamento uruguaio debaterá projeto sobre cultivo e consumo de maconha

Dois deputados da Frente Ampla (FA), no poder no Uruguai, concluem os detalhes de um projeto de descriminalização do cultivo de maconha que enviarão esta semana ao Parlamento e que se soma a outro em debate desde o final de 2010, informou nesta quarta-feira à Agência Efe deputado Sebastián Sabini.
Ele disse que sua proposta, elaborada em conjunto com o deputado Nicolás Núñez, situa em 25 gramas a quantidade de maconha que o cidadão pode levar nas vias públicas e em oito as plantas que pode cultivar em sua casa.
"A partir dessas medidas se pode começar a presumir que o sujeito está traficando", afirmou o parlamentar.

Sabini pertence ao Movimento de Participação Popular (MPP), legenda do presidente José Mujica e que integra o heterogêneo FA, onde convivem desde ex-guerrilheiros tupamaros até democratas-cristãos, passando por comunistas e socialistas, grupo ao qual pertence Núñez.

Segundo o congressista, sua iniciativa "se dirige unicamente ao cultivo de maconha" e é bastante diferente do projeto anterior sobre a questão apresentado em novembro de 2010 pelo deputado Luis Lacalle Pou, do conservador Partido Nacional.

"A grande diferença é que o projeto de Lacalle Pou não fixa quantidades e aumenta todas as penas relativas ao tráfico sem diferenciar quantidades e substâncias", acrescentou.

O deputado do MPP disse que sua intenção é "gerar um debate a respeito da necessidade de adequar as penas às quantidades apreendidas, com a possibilidade de impor multas econômicas ou prestação de serviços comunitários".

Segundo ele, o objetivo final de sua proposta é determinar "em que momento pode se considerar que se está cometendo um crime", algo que "com a legislação atual fica nas mãos do juiz". 
Fonte: Terra

quarta-feira, 9 de março de 2011

Amanhã é o julgamento do caso "moqueca"


Amanhã estarei em Guarapari, no Espirito Santo, participando pela primeira vez de uma Audiência Judicial, na qualidade de testemunha. Estarei a disposição para responder perguntas feitas tanto pelo advogado de defesa, quanto pelo promotor do caso. É a primeira vez que um antropólogo é convocado para prestar testemunho num caso envolvendo um cultivador de cannabis. Essa é uma prática bastante comum em outros processos. Diversos antropólogos já participaram de processos envolvendo comunidades indigenas, quilombolas, dentre outras, em geral em casos de disputa por posse de terra ou por reconhecimento identitário. Nesses casos, a função do antropólogo tem sido a de servir como um “mediador cultural”, facilitando a compreensão das culturas “nativas”, por parte dos operadores do Direito. Também é muito comum nos E.U.A e em alguns países da Europa a figura do especialista sobre cannabis qualificado para cortes que, em geral, atuam trazendo esclarecimentos a respeito das práticas de cultivo, estimativas de colheitas, análises do rendimento da estufa, dentre outras questões. Nesse caso específico, estarei cumprindo dupla função, pois atuarei como antropólogo, procurando esclarecer o Juíz e o Promotor a respeito da cultura do cultivo de cannabis para uso pessoal, e  como especialista em cannabis, trazendo dados a respeito das expectativas de rendimento da colheita, bem como uma análise da situação na qual o acusado foi flagrado.

O caso em questão é bastante complicado, pois o cultivador está sendo acusado de envolvimento com um grupo que, de fato, praticava o comércio não-autorizado de maconha. No entanto, conforme todas as informações recolhidas até o momento, não há qualquer indício do seu envolvimento com tal grupo. A namorada do cultivador procurou primeiramente os usuários do fórum Cannabis Café, onde este possuia um diário no qual pretendia relatar o desenvolvimento do seu cultivo. Posteriomente, procurou os usuários do Growroom, para que, juntos, todos pudessem trabalhar para ajudá-la a fazer com que a Lei 11.343 fosse cumprida da forma correta e o “moqueca” pudesse voltar à liberdade. Abaixo coloco um relato do caso feito por ela.

Espero que durante a audiência Deus ilumine não só a mim, mas principalmente ao Juíz, pois está em suas mãos a responsabilidade de interpretar os fatos e fazer com que o “moqueca” possa voltar a liberdade. Vale destacar que ele está preso desde o dia 28 de outubro do ano passado, de forma injusta.

Aproveito para agradecer a todos os usuários, tanto do Cannabis Café quanto do Growroom, que desde o início não só deram força para a namorada do "moqueca", como doaram o dinheiro necessário para custear minha viajem ao Espirito Santo.


ENTENDA O CASO 
"No dia 28 de outubro Moqueca foi preso na casa dele, na qual mora com os pais e outros familiares. A família dele possui uma outra casa que fica no centro da cidade, na qual Moqueca começou, pelo que vi no fórum, em abril a construir o seu grow. Essa casa no centro é como um sobrado, loja e sobreloja por assim dizer. Na casa de baixo, Moqueca fazia co cultivo em um pequeno quarto. Bem, na casa de cima moram pessoas da família dele, primos de terceiro grau e tios. Na realidade, não sei bem dizer o grau de parentesco pq não tínhamos contato com eles, mal os víamos, e não tive a oportunidade de até então conhece-los. No dia 28, a polícia foi até a casa do centro, com mandato de busca e apreensão em nome de um dos primos do Moqueca, que mora na casa de cima. Na busca, os policiais apreenderam algumas coisas na casa desse primo. Ao acabar a casa de cima, invadiram a casa de baixo. E um dos outros moradores de cima disse que era Moqueca que as vezes ficava na casa de baixo, mas que não morava lá. Bem, ao vasculhar a casa acharam o grow dele, e depois disso foram com um dos moradores da casa de cima na casa de Moqueca, e lá o prenderam. Não havia nada no mandato mencionando Moqueca. No depoimento dele ele explicou que era usuário e que estava cultivando a maconha pois estava cansado de ser ameaçado em boca de fumo, e que não tinha relação nenhuma com o primo. No depoimento do primo, ele alegou que tb que mal tem relação com Moqueca, que os dois se conhecem, mas não mantem contato algum. Segundo minhas conversas com o advogado, a operação foi pra prender o primo, mas infelizmente pq as casas dividem o mesmo terreno, acharam as coisas de Moqueca. Bem, foram autuados em flagrante por trafico e associação ao tráfico. O que foi divulgado na mídia foi absurdamente erroneo, pois afirmaram que foi encontrado um laboratório de drogas, quando na realidade era um sistema hidroponico de cultivo, no qual a maior parte do material estava embalado, não tendo sido, portanto, utilizado."

quarta-feira, 2 de março de 2011

Três motoristas de ônibus bolivianos são detidos com folhas de coca em Araçatuba, SP

SÃO PAULO - Três motoristas de ônibus bolivianos foram detidos com três pacotes de folhas de coca, na Rodovia Marechal Rondon, em Araçatuba, a 513 km de São Paulo. O uso do produto, matéria prima utilizada na fabricação de cocaína, é considerado crime no Brasil. 

As folhas, encontradas juntas com uma espécie de pasta, estavam dentro das bolsas dos três motoristas que se revezavam para dirigir o ônibus de uma empresa que faz a linha Bolívia-Brasil. Em depoimento, os bolivianos disseram que mascam a mistura junto com a folha de coca para se manter acordados durante a viagem. Tanto na Bolívia quanto no Peru, países que cultivam a planta, a folha de coca é usada na fabricação, entre outros, de energéticos. 

Os três foram detidos e encaminhados à Polícia Federal (PF). Eles foram indiciados por tráfico de drogas, mas vão responder ao processo em liberdade. 
Fonte: O Globo

A proibição ilegal do consumo de drogas se amplia

por Guilherme Scalzilli

Há tempos os sensatos avisam que é necessário impedir a transformação do interesse coletivo num pretexto para restringir as liberdades individuais. Que os desafios do mundo contemporâneo exigem mais tolerância e menos opressão. Que as legislações proibicionistas voltadas ao consumo de substâncias estão fadadas ao fracasso. E finalmente que a própria filosofia da limitação de direitos pode alimentar sucessões crescentes de arbitrariedades, chegando a exageros tenebrosos e talvez irreversíveis.

Ninguém ouviu. Afinal, se nos acostumamos à inútil Lei Seca em estádios paulistas ou à escandalosa proibição da Marcha da Maconha, certamente aceitaríamos qualquer tirania gratuita que viesse acompanhada por certa aura civilizada e saneadora. Assim nasceu a perseguição ao tabaco. Primeiro endossamos os mentirosos ataques aos fumódromos. Depois permitimos que a ingerência estatal sufocasse o livre-arbítrio de proprietários e clientes. Então aceitamos que as milícias expulsassem os fumantes até das calçadas adjacentes aos bares e restaurantes. Agora, graças a uma iniciativa do deputado estadual Vinicius Camarinha (PSB), estamos prestes a ver praças, parques e praias tomados pelo expurgo antitabagista. Praias, senhoras e senhores.

Amedrontados com a inevitabilidade da descriminalização das drogas (em especial da maconha) e constrangidos pelas incoerências de um sistema tributário-consumista que não dá a mínima para a saúde do cidadão, os legisladores de índole retrógrada tomam caminho oposto ao do bom-senso. 

Uma estratégia para enfrentar a Anvisa

Na última quarta-feira, a Anvisa promoveu uma audiência pública para discutir sua decisão preliminar — e por ora suspensa — de proibir as chamadas drogas anorexígenas como a sibutramina. A agência alega que elas causam forte risco de complicações cardíacas, entre outros efeitos colaterais.

Na ocasião, a forte reação dos representantes de médicos e farmacêuticos contra a Anvisa surpreendeu positivamente os laboratórios fabricantes desses medicamentos, como o Medley e o Asta.

Médicos e farmacêuticos argumentam que, se bem administrados, esses remédios podem ser a única chance de emagrecimento para portadores de obesidade mórbida.

Mas mesmo que a Anvisa decida banir de fato os medicamentos, dificilmente os laboratórios irão contestá-la na justiça. A razão é simples: os anorexígenos são proibidos nos Estados Unidos por ordem da poderosa agência FDA, referência mundial em regulação de remédios e alimentos.

Fonte: Exame

terça-feira, 1 de março de 2011

Substância da maconha melhora o apetite de pacientes com câncer

Pesquisadores da Universidade de Alberta, no Canadá, provaram que o tetrahidrocanabinol (THC), substância presente na maconha, pode melhorar a sensação de gosto e a qualidade do sono em pacientes com câncer que recebam quimioterapia. O trabalho foi divulgado na edição deste mês de uma publicação científica da Sociedade Médica de Oncologia Europeia.

O estudo piloto foi conduzido entre maio de 2006 e dezembro de 2008, com 21 pacientes adultos, todos eles portadores de algum tipo de câncer em estágio avançado - com exceção de tumores no cérebro. A seleção também deu preferência a pessoas que passaram a se alimentar menos por pelo menos duas semanas, como resultado da doença.

Onze pacientes receberam uma pílula com a substância, a principal responsável pela ação alucinógena das plantas Cannabis. O restante foi medicado com placebos. A pesquisa foi conduzida com a metodologia duplo-cego, pela qual os médicos e os pacientes não ficaram sabendo quem ingeriu as cápsulas com THC e quem tomou as pílulas falsas.

'É a planta mais benéfica da Terra', diz Ziggy Marley sobre maconha

Prestes a desembarcar no Brasil como uma das atrações do Pop Music Festival, que acontece no mês que vem em Porto Alegre, Brasília e São Paulo, Ziggy Marley anda ocupado. Está em processo de finalização de seu próximo álbum, prepara uma mostra que vai rodar o mundo homenageando Bob Marley — em maio faz 30 anos da morte do cantor — e lança em abril uma HQ que promete causar polêmica.

Criada em parceria com o escritor Joe Casey e com ilustrações de Jim Mahfood, “Marijuanaman” conta a história de um super-herói vindo de um planeta em que a THC (tetraidrocanabinol) está em extinção. Em razão disso, Marijuanaman busca evitar a destruição dos campos de maconha da Terra, que tem como vilão da vez a empresa farmacêutica Pharmexon.

"Ele surgiu para defender essa planta, defender a natureza e tentar desmistificar as mentiras e a antipropaganda que a sociedade faz sobre ela. É a planta mais benéfica que existe na face da Terra", explica o músico, por telefone, em entrevista exclusiva ao G1 - no Brasil, a maconha não é legalizada.
Além do super-herói nada convencional, Ziggy falou ainda sobre música, sua relação com a obra do pai ("Procuro sempre proteger seu legado") e suas expectativas sobre as apresentações no Brasil, que incluem também o Rio de Janeiro ("Será o melhor show que já fiz no Brasil").

G1 — Você já se apresentou no Brasil algumas vezes. Teve a oportunidade de conhecer um pouco da nossa música durante essas viagens?
Ziggy Marley — Sempre ouvi música brasileira, mas não consigo me lembrar de um nome específico agora. Eu simplesmente ouço os discos. O Brasil tem grandes músicos.

Nova namorada de Charlie Sheen é modelo e 'entusiasta' da maconha


Segundo TMZ, Natalie Kenly é tão fã da erva que já posou para uma revista especializada no assunto.

Uma das novas namoradas de Charlie Sheen  - apenas uma entre tantas com quem o ator tem sido visto - é modelo. Até aí, nada demais. Mas, segundo o site TMZ, a moça é uma conhecida entusiasta da maconha. Natalie Kenly é tão fã da erva que já posou para uma revista especializada no assunto. Vale lembrar que Charlie sheen está em reabilitação, tentando se livrar do vício em drogas.

De acordo com fontes do TMZ, o ator se interessou por Natalie ao vê-la na capa da edição de fevereiro de 2010 da publicação. Jeffrey Peterson - co-editor da revista para a qual a moça posou - diz que Charlie tem sido "muito romântico" com a modelo.

Sheen já foi visto com várias mulheres desde que separou-se de Brooke Mueller, inclusive diversas atrizes pornô.

Fonte:  EGO

George Clooney diz que usou muitas drogas para ser político

George Clooney, 49 anos, revelou em entrevista à revista People que não pretende ingressar na carreira política por conta de seu passado. O ator foi cotado para ser candidato do partido Democrata norte-americano, mas usou “muitas drogas” na vida para aceitar o suposto convite.

“Eu não vivi minha vida do jeito certo para a política, você sabe. Já fiquei com muitas mulheres e já usei muitas drogas, esta é a verdade”, disse George Clooney à People.

O ator contou ainda que os políticos deveriam confessar “seus pecados”, dizendo que já usaram drogas e fizeram coisas erradas antes de entrarem para a política. “Eu começaria dizendo, ‘eu fiz de tudo. Eu bebi a água do bong [apetrecho usado para fumar maconha]. Agora vamos falar sobre problemas’. Esse seria meu slogan de campanha: ‘Eu bebi a água do bong’”, declarou George Clooney.

Atualmente George Clooney faz campanha para acabar com a Guerra no Sudão.

Fonte: Contigo