sábado, 31 de maio de 2008
A hora do chá
sexta-feira, 30 de maio de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
1º Encontro Nacional sobre a Sócio-antropologia do Uso de Psicoativos
Onde: Sala de Arte do MAM-Ba
Direção: Vítor Rocha e Ricardo Sangiovanni
Realização: Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (CULT)
Co-produção: Instituto de Radiodifusão da Bahia (Irdeb)
Apoio: Red Unitas
Duração: 52"
Indicados para STJ debatem legalização das drogas
- Há um quantum de solução penal, sim, mas não para o usuário, e, sim, notadamente para o tráfico - argumentou Geraldo Og Fernandes.
Situação de guerra leva Cruz Vermelha às favelas do Rio
Nota Oficial da ABORDA sobre a Marcha da Maconha
O que contamina o homem não é o que entra na boca,mas o que sai da boca,
Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhumacoisa é de si mesma imunda, a não ser para aquele quea tem por imunda; para esse é imunda.
Nas últimas semanas o país reviveu cenas que lembraram o período da Ditadura Militar, quando a liberdade expressão foi extinta, os movimentos sociais eram reprimidos de forma violenta e os manifestantes eram considerados criminosos e punidos pela Lei.
Dois atos no enfraquecimento democrático pelo poder judiciário
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Os Espíritos e as Cartas Psicografadas como Prova na Justiça
terça-feira, 27 de maio de 2008
O aborto enquanto questão de saúde pública e não de crime!
Dia Internacional da Saúde da Mulher
Quando: 28/05, às 15hs
Onde: Praça da Sé - Centro de São Paulo
Mais informações: Clique Aqui
4º CONGRESSO MUNICIPAL DA UJS
LOCAL: COLÉGIO CENTRAL
30 de maio - sexta-feira
18: 30h Apresentação da peça teatral sobre o PDDU
18:45h Conferência de Abertura: Juventude e o direito à cidade de Salvador
Vereadora Olívia Santana
João Pereira – FABS
Juremar Oliveira – Presidente Estadual da UJS
31 de maio – sábado
8:30h – Cortejo poético
Vídeo Maio Baiano
9h – Leitura e aprovação do regimento ao Congresso.
9:30h – Debate da tese da UJS "Se o presente é de luta, o futuro nos pertence" – Eixos político, ideológico e organizativo (núcleos e frentes; autonomia organizativa):
Marcelo Gavião
Ângela Guimarães
Daniele Costa/ Juremar Oliveira
12:30h - Almoço
13:30h - Cortejo cênico e divisão nos Grupos de Discussão:
Movimento estudantil universitário: UNE, UEB, Alice Portugal e Javier Alfaya;
Movimento estudantil secundarista: UBES, ABES;
Jovens Trabalhador@s: CTB, SINTTEL;
Cultura: Nação Hip Hop Brasil, Fund. Pedro Calmon, CRIA;
Violência e jovens em conflito com a lei: UNEGRO, FCCV, Grupo Tortura Nunca Mais;
Saúde e sexualidade: CRADIS, GT Saúde da Pop. Negra/SMS e Ubiraci Matildes (UNEGRO), Orlando Neto (UJS);
Drogas: Ananda - Associação Interdisciplinar de Estudos sobre Plantas Cannabaceae, CETAD (a confirmar) e Milton Barbosa do Instituto Mauricio Grabois;
Racismo: UNEGRO, REPROTAI
Gênero: NEIM e UBM
Livre orientação sexual: Palavra de Mulher, GGB e Juremar de Oliveira
Democratização da Comunicação: CIPÓ, Inst. Mídia Étnica, Julieta Palmeira e SINJORBA Meio Ambiente e sustentabilidade: IAMBA;
Moradia/ Bairros: FABS, MDMT e Cajaverde
Luta Internacionalista: AJM e Cebrapaz
Participação política e eleições: UJS;
17h – PLENÁRIA FINAL:
Aprovação das moções
Aprovação do complemento municipal
Aprovação da nova direção municipal e eleição de delegad@s a etapa estadual
20h Show de encerramento do Congresso com Trio de Forró, DJ Bandido e Hip Hop Umkonto.
Local: Quadra do Colégio Central
1º de junho
9h – Campeonato de Futsal da UJS – Local Colégio Senhor do Bonfim, Barris
Feira de produtos variados como livros, camisas, dvds, artesanato, massagem terapêutica, tranças;.
Banquinhas de organizações do movimento social e/ou de juventude para exporem seus materiais: UNEGRO, UBM, NAÇÃO H2, AJM, CEBRAPAZ, CRIA, CIPÓ, MDMT, NEIM, IAMBA, APLB, GGB, CTB, FABS, CEDECA, FCCV, Tortura Nunca Mais, Sindicatos, Cajaverde, Ligas Desportivas, Inst. Mídia Étnica, CRADIS, CETAD, DEAM, SETRE, SEC, PETROBRÁS.
Bate-Papo com Promotor Paulo Gomes Jr.
Pais debatem a banalização da maconha com promotor
O encontro, que acontece das 19 às 21 horas, é aberto ao público.
Hora: 19hs às 21hs
Informações: (71) 3249.1194/3285.2474 ou contato@viversemdrogas.com.br
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Substâncias Psicoativas: Cultura e Política
Durante a 26a Reunião da Associação Brasileira de Antropologia - ABA, que ocorrerá de 01 a 04 de junho de 2008, em Porto Seguro (Bahia), diversos pesquisadores das ciências humanas se encontrarão para debater a questão no Grupo de Trabalho - Substâncias Psicoativas: Cultura e Política.
Veja programação completa do GT: Clique Aqui
Mini-Curso: Drogas - da medicina aos tribunais
domingo, 25 de maio de 2008
OMS quer estratégia para controlar consumo de álcool
Do OBID
Sob pressão das empresas de bebidas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aprova a abertura de negociações para a criação de uma estratégia mundial para controlar o abuso no consumo de álcool.
O Itamaraty considerou a resolução como ´´fraquíssima´´ e culpou a falta de entendimento entre os países pelo resultado. ´´A resolução mostrou que ninguém está preparado para lidar de frente com o assunto´´, afirmou um diplomata. O governo confirmou que foi contactado pela indústria para saber qual seria a posição do Itamaraty na votação. Um dos pontos principais da resolução é de que uma estratégia não será necessariamente aplicada em qualquer parte do mundo e que as diferenças entre os hábitos dos países serão respeitados.
Não por acaso, a entidade que reúne as 16 maiores produtoras de bebidas do mundo se apressou para elogiar a resolução. "A resolução é equilibrada e construtiva, já que reconhece a importância de diferenças nacionais, de religião e culturais entre países. Ela ainda sugere uma estratégia global que governos irão adotar de acordo com sua cultura e necessidades", afirmou a Global Alcohol Producers Group, da qual faz parte a Inbev.
O grupo garante que está disposto a ajudar na formulação das estratégias. O temor das empresas é de que a OMS passe a tratar do álcool da mesma forma que o fez com o tabaco, criando duras leis contra o fumo.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
UNE participa de ato a favor da liberdade de expressão
A UNE participou segunda-feira (12), de um ato a favor da liberdade de expressão, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio de Janeiro.
O ato público, que aconteceu na sede da OAB, no Rio, reuniu representantes da sociedade civil e promoveu um protesto contra a decisão judicial que proibiu as marchas pela legalização da maconha, que aconteceria na semana passada em diversas capitais brasileiras.
Leia Matéria e Resolução na íntegra: CLIQUE AQUI
Assista a Reportagem: CLIQUE AQUI
quarta-feira, 21 de maio de 2008
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Curso de Extensão Gratuito
Trata-se de um Curso de Extensão Universitária, totalmente gratuito e à distância, com carga horária de 120 horas-aula. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é a Instituição de Ensino Superior responsável pela realização do Curso e pelo processo de certificação. Em todo o Brasil serão oferecidas 3.000 vagas, distribuídas entre profissionais da saúde, da segurança do trabalho, de recursos humanos e membros de Comissões Internas de Prevenção a Acidentes, as CIPAS.
terça-feira, 13 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
BA: Seminário Rastafari
10 e 11 de maio - Auditório da Praça das Artes - Pelourinho
Realização: Associação Cultural Aspiral do Reggae
Inscrições e mais informações: acareggae@yahoo.com.br
Tel: 32416210
Os Juízes de Brasília
segunda-feira, 5 de maio de 2008
É proíbido discutir
Já disseram em nome de filme e música que é proibido proibir –(claro que devemos entender o sentido subjetivo da frase e não levá-la ao pé da letra, senão corremos risco de ser incoerentes)– mas o fato é que existem assuntos que sequer são discutidos no Brasil.
Marcha da Maconha Brasil: Apologia ao Crime ou à Democracia?
Por Sergio Vidal e Edward MacRae
Atualmente costumase considerar o Brasil como sendo um Estado Democrático de Direito. Mas diante dos recentes fatos envolvendo o Coletivo Marcha da Maconha Brasil e indivíduos e instituições que buscam reprimir essa iniciativa devemos nos questionar se essa condição anunciada publicamente na Constituição do país se aplica de forma igualitária para todos os cidadãos e os seus direitos.
Sabemos que fumar, plantar ou portar maconha, mesmo para consumo próprio ainda é crime. Mesmo que, pela nova legislação, para o usuário a pena não seja mais a da restrição de liberdade, continua sendo crime qualquer uma dessas condutas. No entanto, a organização social e política para lutar por mudanças nas leis e políticas públicas que regem tais comportamentos, assim como quaisquer outros que estejam na ilicitude, não é crime e sim um direito. Todo cidadão tem direito a expressar livremente suas opiniões e a dialogar com os legisladores, outras autoridades e com a sociedade em geral para buscar mudanças que considere pertinentes para tornar o Brasil um país melhor.
No dia 20 de abril de 2008, 5 membros do Coletivo foram detidos no Rio de Janeiro e autuados por apologia ao crime. Esse fato dá prosseguimento ao processo de repressão ao debate que se iniciou com a proibição da exibição do vídeo “Grass – a verdadeira história da proibição da maconha”, na UFMG.-Ressalte-se que esse vídeo, produzido pela revista “Super Interessante”, esteve por um longo período a venda nas bancas de jornal de todo o país.- Apesar de parecer que no momento essa repressão está se concentrando em Minas, na Paraíba e no Rio de Janeiro, sempre corremos o risco de algo assim se alastrar, já que, além dessas, diversas outras iniciativas do gênero têm surgido a partir de indivíduos e instituições que procuram censurar o debate em torno da mudança das Leis e Políticas Públicas sobre drogas.
É lamentável que num país que se afirma um Estado Democrático, laico e que assegura o direito à livre expressão ocorra esse tipo de repressão. Diversos outros movimentos sociais se organizam em torno de reivindicações por mudanças em Leis e Políticas Públicas, ainda que muitas das questões debatidas envolvam condutas ilegais ou consideradas por muitos como imorais, como por exemplo, as discussões em torno da regulamentação da prostituição, da união civil homossexual ou do aborto. Recentemente ocorreram mudanças nas Leis e Políticas sobre bebidas alcoólicas que torna a propaganda desses produtos crime, e ainda assim as indústrias de bebidas e agências publicitárias têm pressionado, até mesmo com anúncios televisivos, para que tais mudanças não sejam colocadas em prática.
Numa Democracia, todas as questões que envolvam a vida em sociedade devem ser debatidas e decididas de forma que as leis e políticas possam ser construídas e aplicadas de forma transparente, justa, eficaz e pragmática, respeitando a cidadania e os Direitos Humanos. Reprimir o debate é a apenas um reflexo da forma autoritária e pouco eficiente com o qual o Estado está tratando atualmente as discussões sobre o uso de maconha no Brasil. Os organizadores da Marcha da Maconha Brasil não são culpados pelo uso da planta no país, nem pelas conseqüências negativas como as violências que a desorganização do mercado de produtos dessa planta, devida grandemente ao seu status ilícito, possa causar à sociedade em geral. Ao contrário, esse tipo de manifestação é um sintoma que revela de forma ainda mais aguda que a maneira como a questão vem sendo tratada não é adequada à realidade que pretende regular.
A Marcha da Maconha Brasil não é um evento de cunho apologético, nem seus organizadores incentivam o uso de maconha ou de qualquer outra substância ilícita ou lícita, nem a prática de qualquer crime. O Coletivo Marcha da Maconha Brasil respeita as Leis e a Constituição do país e procura respeitar não só o direito à livre manifestação de idéias e opiniões, mas também os limites legais desse e de outros direitos civis.
O objetivo do Coletivo é possibilitar que todos os cidadãos brasileiros possam se manifestar de forma livre e democrática a respeito das políticas e leis sobre drogas do país, ajudando a fazer do Brasil um verdadeiro Estado Democrático de Direito. Realizar esse tipo de trabalho não é crime, muito menos apologia ao crime, ao contrário, é um direito constitucional cujo Estado Brasileiro deve se esforçar em garantir aos seus cidadãos, protegendo-os de qualquer tipo de ingerência, ainda mais daquelas de caráter repressor e autoritário.
Não é a Marcha da Maconha o que atinge de forma nefasta a Democracia Brasileira, e sim comportamentos de censura, autoritarismo e abuso de poder.
domingo, 4 de maio de 2008
Marcha da Maconha: oito são presos em protesto contra proibição
“A decisão não partiu da polícia, mas da Justiça, e nós, como cidadãos, temos que cumprir”, explicou Habib, referindo-se à proibição da marcha, pela juíza Rosemunda Souza Barreto, da 2ª Vara Privativa de Tóxicos de Salvador, a pedido do Ministério Público Estadual. Segundo o delegado plantonista da DTE, Pedro Fernandes, os jovens foram detidos por ferir os artigos 287 do Código Penal, por “crime de apologia ao uso de drogas” e de número 28, da Lei de Drogas, que enquadra usuários. Segundo Milton Dantas, advogado que acompanhou o caso, todos foram liberados, mas quatro terão que responder judicialmente pelos crimes.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Portural: Legalização seria "machadada" nos traficantes
Do Rádio e Televisão de Portugal
João Teixeira Lopes, dirigente do Bloco de Esquerda (BE), acredita que a legalização do consumo da marijuana permitiria dar "uma machadada" nos traficantes de drogas.
"A legalização iria separar o mercado das drogas leves do mercado das drogas duras", defendeu hoje Teixeira Lopes, em declarações à Lusa. Para este responsável, o problema actual é que "a junção dos dois mercados" favorece também o consumo das drogas duras. O responsável bloquista apoia, "a título individual", a Marcha Global pela Marijuana que amanhã terá lugar no Porto, o que acontece pelo segundo ano consecutivo nesta cidade.
Os promotores informam que a iniciativa abarca "222 cidades em todo o mundo", tendo como principal objectivo chamar a atenção para "as vantagens da legalização, normalização do cultivo, venda e consumo de cannabis". A partir da planta Cannabis Sativa fabrica-se, entre outras substâncias ilegais, o haxixe (que resulta da maceração do polén e das flores da planta) e a marijuana, também conhecida no Brasil como maconha. Teixeira Lopes pensa que o tráfico de drogas duras conduz também ao consumo de drogas leves, pelo que a legalização destas poderia enfraquecer os traficantes. Em sua opinião, foi isso que aconteceu na Holanda com "liberalização" aprovada pelas autoridades. "Ao tráfico de drogas interessa manter toda a droga ilegal, porque isso permite manter os preços elevados", defende. O dirigente também é de opinião que os efeitos do consumo de marijuana "não são piores do que os provados pelo tabaco ou pelo álcool".
Justiça mantém proibição à Marcha da Maconha em Salvador
Para MacRae, a atitude da Justiça é preconceituosa e demonstra a permanência de um atraso de pensamento que se supunha suplantado. “A Bahia tem um passado de autoritarismo e falta de democracia que nós pensávamos que estava mudando, mas descobrimos que os velhos preconceitos estão aí”, desabafou.


