quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Conheça a Nova Lei Antidrogas (11.343)

Conheça o material informativo distribuido durante o I Seminário Maconha na Roda, sobre a Nova Lei Antidrogas (11.343) e os Direitos das pessoas que usam drogas.
Para fazer o Download do documento: Clique Aqui
Para conhecer a Nova Lei Antidrogas, n. 11.343: clique aqui

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Marcha da Maconha Brasil 2008

Já são 132 cidades confirmadas que aderiram ao projeto Marcha Mundial da Maconha 2008.

No Brasil, 7 cidades já confirmaram organização (São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Porto Alegre). Os interessados podem trocar informações através do Fórum da Marcha:


Se quiser saber como fazer uma Marcha em sua cidade, entre em contato: contato@marchadamaconha.org

Entrevista com o Dr. Henrique Carneiro

Enviado por Henrique Carneiro,

Legalize já
Especialista diz que não tem jeito: para conter a violência, drogas devem ser descriminalizadas

O historiador Henrique Carneiro, pesquisador do NEIP e autor de Pequena Enciclopédia da História das Drogas e Bebidas, acha que o fracasso da política de proibição das drogas é explicado na derrota de se tentar proibir o álcool.

Podemos traçar algum paralelo entre a Lei Seca e a proibição das drogas, que vigora até hoje?
O fenômeno é o mesmo, o proibicionismo. Ele vem de uma mesma matriz ideológica puritana.
Os atuais narcotraficantes podem ser comparados com os contrabandistas de bebidas?
Sim. São empresários capitalistas que se aproveitam da proibição, enriquecem usando a violência e a corrupção de autoridades civis e militares. Isto os donos dos negócios, mas os funcionários também têm o mesmo perfil que os subalternos dos gângsteres: servidão total, nenhuma garantia trabalhista e ainda trabalhavam sob um regime de terror.
A proibição das drogas é um fracasso assim como foi a do álcool?
Sim. Trouxe mais danos à sociedade que os que supostamente visa combater. Aumentou, ao invés de diminuir, a renda e o volume do negócio. E ainda disseminou a banalização da violência e da corrupção policial.

Descriminalizar as drogas, então, é a solução?
Mais uma vez, sim. Diminuiria o lucro ligado a esse negócio, haveria arrecadação de impostos, um maior controle de qualidade e de vigilância sanitária, acabando, assim, com o interesse de máfias, gangues e grupos armados, assim como policiais corruptos. Ainda reduziria o número de presos e manteria as autoridades ocupadas com outras esferas do crime.

Existe algum modelo de política de controle das drogas no mundo que poderia ser aplicado no Brasil?
Creio que deveríamos desenvolver e aplicar um modelo próprio, que legalizasse o cultivo para uso pessoal e o comércio, mas que usasse também experiências bem sucedidas, como a tolerância existente na Austrália, Espanha, Canadá e Holanda ou a venda controlada em coffee shops, a distribuição de Cannabis para fins medicinais - que ocorre em vários estados americanos. Tais políticas deveriam ser ampliadas e deveríamos romper com os tratados internacionais que regem o assunto.
Leia a entrevista na íntegra: Aventuras na História, edição 49.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Site do NEIP publica livro virtual "Guided by the Moon"

O site do NEIP publica a tradução do livro "Guiado pela Lua" em inglês, do antropólogo Edward MacRae, em uma nova versão para navegação em html, além de uma nova versão de pdf.
Clique aqui para ver.
Há um banco de dados de fotos do Mestre Irineu, ausente no original em português. Trata-se do primeiro livro em antropologia em inglês sobre o Santo Daime.Para entrar em contato com Edward MacRae: macrae@uol.com.br

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Debate sobre drogas no Movimento Estudantil

No último final de semana (24 a 26 de agosto), ocorreu o II Congresso da União dos Estudantes da Bahia (UEB), que elegeu a nova diretoria da instituição e definiu os rumos do Movimento Estudantil para os próximos 2 anos. No dia 25, o Grupo de Discussões sobre Drogas, coordenado por Sergio Vidal, membro da Comissão sobre Substâncias Psicoativas do DA Ciso/UFBA, discutiu o papel do Movimento Estudantil na construção das políticas sobre drogas no país. Para os próximos 2 anos da gestão a UEB decidiu que, em relação ao tema, deve:

- Cobrar a imediata indicação pela UNE do representante do Movimento Estudantil no Conselho Nacional Antidrogas, conforme o disposto no Decreto 5.912, em vigor desde de setembro de 2006;

- Lutar por políticas sobre drogas mais justas e eficazes;

- Fomentar o diálogo e a articulação entre o Movimento Estudantil e os Movimentos Sociais que lutam pelos direitos das pessoas que usam drogas.

Alguns pontos importantes ficaram fora da discussão, mas precisam entrar na pauta para ampliar ainda mais o debate sobre o tema dentro do Movimento Estudantil e fortalecer a participação do Movimento na elaboração de políticas públicas sobre drogas. São eles:

- Criação de Comissões sobre o tema dentro dos CA´s, DA´s e DCE´s, a exemplo da Comissão sobre Substâncias Psicoativas do Diretório Acadêmico de Ciências Sociais da UFBA, visando fortalecer o debate a partir das bases;

- Exigência de que o Movimento Estudantil tenha representação não apenas no Conselho Nacional Antidrogas, mas também nos Conselhos Estaduais e Municipais;

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Petição on-line: Cannabis Social Clubs

LEIA E PENSE EM ASSINAR:

Petiçao on-line pela legalização das associações de consumidores de Cannabis:

Cannabis Social Club Petition

Observatório da Cannabis atinge marca de 10.000 visitas

No ar desde novembro de 2006, o Observatório da Cannabis acaba de receber o seu visitante número 10.000. Essa é uma marca muito boa para uma blog que não tem nem 1 ano completado, e que ainda conta apenas com o trabalho de poucos colaboradores voluntários.
Esperamos que muitos milhares de visitantes ainda venham, e que possamos completar muitos anos de vida. Vamos aguardar para saber qual será nossa audiência quando completarmos 1 ano.
Vida longa ao Observatório da Cannabis !!

Faculdade de Biologia promove debate sobre Cannabis sativa

Nos próximos dias 26 a 31 de agosto estará ocorrendo na Faculdade de Biologia a III Semana de Biologia.

No dia 27, das 10hs às 12hs, está previsto o debate "Cannabis e seus aspectos Sociais", com a participação do Sociólogo Gey Espinheira, e do pesquisador e redutor de danos, Sergio Vidal, que fará exposição com o tema "Aspectos etnobotânicos e históricos das plantas Cannabaceae no Brasil".

Confira a programação completa do evento no site: www.sembio.ufba.br

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Congresso da UEB debate descriminalização das drogas

Nos próximos dias 24 e 25 de agosto será realizado na cidade de Cruz das Almas (BA) o II Congresso da União de Estudantes da Bahia.
Está previsto para ocorrer no dia 25, no campus da Universidade Federal do Recôncavo o Grupo de Discussões com o tema "Descriminalização das Drogas".
Sergio Vidal, estudante de Ciências Sociais e secretário da Comissão sobre Substâncias Psicoativas do Diretório Acadêmico do curso na Universidade Federal da Bahia será o facilitador dos trabalhos.

Governo espanhol tolera cultivos coletivos de Cannabis para uso não-comercial

Segundo informou à Associação Amigos de Maria o presidente da FAC (Federação de Associações Canábicas), Martín Barriuso, existem atualmente 8 cultivos coletivos em andamento na Espanha, empreendidos por associações de consumidores, com um total de 1.000 associados em todas o país.

A legislação espanhola proíbe a produção e comercialização de Cannabis para uso recreativo, mas tolera o cultivo destinado ao consumo próprio, equiparando-o às práticas de guardar ou portar para consumo próprio. Desde o surgimento das primeiras associações de consumidores na Espanha na década de 1990, que o trabalho tem se concentrado na promoção de eventos relacionados com o tema da Cannabis, como aconselhamento terapêutico, e com a disponibilidade de informações sobre o cultivo doméstico.

Porém, a partir da década de 2000 as associações vêm buscando o engajamento no projeto proposto pela ENCOD – Coligação Européia por Políticas de Drogas Justas e Eficazes, que pretende propor a equiparação de associações de cultivo coletivo, chamadas de Cannabis Social Clubs, com a prática de cultivo individual para consumo próprio. A intenção é facilitar o acesso à Cannabis para usuários que não dispõem de condições de cultivar. Esses Clubs são baseados nos príncipios de Redução de Danos Sociais, e têm como objetivo diminiur a violência associada à produção de maconha em países onde a legislação tolera o uso, mas não prevê formas de abastecimento do mercado. A idéia é compartilhar responsabilidades, trabalhos e resultados, fomento a criação de um circuito restrito e altamente controlado de produção e distribuição de Cannabis para pessoas maiores de 18 anos, sem o viés comercial adotado pelo modelo holandês.

Entre essas associações está a pioneira Kalamudia, fundada em 1992, e a Pannagh, que recentemente assistiu à decisão judicial inédita que determinou a devolução de 17,5 quilos de Cannabis apreendidos pela polícia.

A está recebendo propostas de grupos, organições, associações e coletivos baseados nos mesmos príncipios do Cannabis Social Clubs. Mesmo nos países onde a legislação não tolera a criação de cultivos coletivos, é possível criar grupos de discussão sobre o cultivo doméstico e aplicar esses saberes em nível indívidual.

No Brasil, o Growroom, com o apoio da Ananda - Associação Multidisciplinar de Estudo e Ação em Redução de Danos para plantas Cannabaceae, está realizado o trabalho de dar espaço para que pessoas que consomem a planta possam trocar informações sobre suas experiências e buscar soluções comuns para os problemas particulares. A Ananda também está provindenciando a inscrição do Growroom junto à lista de Associações da ENCOD, a ser enviada à ONU em 2008, junto com a petição requisitando a descriminalização do cultivo não-comercial da Cannabis sativa.

Para saber mais sobre o projeto Cannabis Social Clubs: Clique Aqui

Para ler o manifesto "Liberdade para Cultivar": Clique Aqui

Ministro da Saúde afirma ser importante discutir a descriminalização das drogas

Em entrevista exclusiva para o Blog do ex-presidente da UNE, Gustavo Petta, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, fala sobre a necessidade de ampliar debate sobre o tema das drogas no Brasil. Leia a entrevista na íntegra: Blog do Gustavo Petta.
Petta: Vários movimentos juvenis, e a própria UNE, defendem a idéia da descriminalização das drogas. Qual a postura e a posição do ministério em relação a isso?
Min. Temporão: Olha, a posição do governo sempre foi a redução de danos. A gente não tem nenhuma posição, tipo proibição. Este fim de semana, por exemplo, saiu no “Globo”, uma matéria muito interessante sobre a questão da maconha, com três visões diferentes. Duas delas favoráveis à descriminalização. Uma um pouco em dúvida, e uma delas, inclusive, trazendo muita experiência dos Estados Unidos, do uso da canabis como terapia para determinados casos como glaucoma, dores crônicas e outras questões. Ainda tem também muita hipocrisia em relação a essa questão. Têm hoje drogas legais, como o álcool e o cigarro. São drogas legais que têm um impacto, do ponto de vista da saúde pública, brutal. São milhares de mortes, doenças, sofrimento. E, por outro lado, indústrias muito poderosas que arrecadam bilhões em impostos para a sociedade. Quer dizer, tem uma certa contradição aí. E, de outro lado, uma tentativa de não se colocar em discussão a questão das demais drogas. Eu acho que o saudável para a sociedade é abrir o debate, abrir a discussão. Vamos ouvir a sociedade, vamos ouvir os jovens, vamos ouvir os estudantes, vamos ouvir os trabalhadores, o que a sociedade pensa sobre esta questão para que a gente possa avançar. Então, o que eu defendo é ampliar o debate, ampliar a discussão.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Debate público sobre drogas

Faculdade de Direito da UFBA

Data: 29/08/2007
Horário: 08:30
Local: Auditório
Raúl Cháves

Debatedores:

Moacyr Pitta Lima (Juiz Criminal)
"A descriminalização da maconha e os seus reflexos sobre a atuação do Poder Judiciário"

Sebastian Albuquerque (Professor da Faculdade de Direito da UFBA)
"A atual legislação e jurisprudência acerca da venda e do consumo de substâncias entorpecentes"

João Laranjeira (Delegado-chefe da Polícia Civil)
"Os impactos da descriminalização da maconha sobre a Segurança Pública"

Sergio Vidal (Pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Substâncias Psicoativas NEIP e do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Substâncias Psicoativas - GIESP; Coordenador da Ananda - Associação Multidisciplinar de Estudo e Ação em Redução de Danos para plantas Cannabaceae)
"Austrália, Brasil, Holanda: Comparando experiências de leis e políticas públicas sobre a maconha"

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Começa o debate em "Vida Opostas"

Começou ontem o debate sobre o tema das drogas que estava sendo anunciado desde o início da novela "Vidas Opostas", exibida pela Rede Record. O formato é bastante pobre, e é baseado na idéia de que a população faz as perguntas e os 'especialistas' esclarecem as dúvidas. Assim, ontem houveram depoimentos do Governador do Rio de Janeiro César Maia, do Senador Marcelo Crivela e de um sociólogo. Para os próximos dias estão previstos depoimentos de Carlos Minc, Maria Lúcia Karam, entre outros. Esses depoimentos serão exibidos todos os dias até o último capítulo (27/08).

No capítulo de abertura, exibido ontem, o debate foi encerrado com uma cena de comemoração entre a equipe produtora da "TV Atlantis", com o seguinte diálogo:

"- E agora, vamos tomar uma pra comemorar?"

E o editor do jornal retruca:

"Mas e então, álcool é droga ou não é?"

E então, após perder a oportunidade de tecer críticas ao modelo hipocrita de proibição que só leva em conta as "drogas dos outros", todos concordam, fugindo à discussão da realidade:

"Ah, então vamos tomar um suco!!"

Vamos acompanhar as discussões.

FALHA NO AÚDIO

Prezad@s leitor@s,

Estamos tendo falhas no aúdio da aula "da Diamba à Maconha". Estamos providenciando a hospedagem desse conteúdo, bem como de outros aúdios de eventos importantes, em um espaço próprio, gentilmente cedido pelo Growroom.

Em breve disponibilizaremos os aúdios na íntegra, sem qualquer falha.

Desculpem os transtornos,

Atenciosamente,

Sergio Vidal - sergiociso@yahoo.com.br

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Mesa "Drogas: Caso de Polícia ou caso de Política?"

EVENTO CANCELADO

O Diretório Acadêmico de
Ciências Sociais
da Universidade Federal da Bahia tem a honra de
convidar para o evento

Drogas: Caso de polícia ou caso de
política?

Data: 22/04/2007 (quarta-feira)
Hora: 11hs às 13hs
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
- Sala 8
Estrada de São Lázaro, s/n.
Mesa
Redonda:
Drogas: Caso de Polícia ou caso de
Política?

Mediador: Sergio
Vidal
(Diretório Acadêmico de
CISO
; ANANDA; GIESP/UFBA)

Debatedores:
Gey Espinheira
- Dr. em Sociologia (CRH e CETAD/UFBA)
Sergio Trad - Doutorando em Antropologia da Medicina na
Universitat Rovira i Virgili (Esp.)
Ludmilla Correia -
Advogada especialista em Direitos Humanos

Maiores informações: sergiociso@yahoo.com.br ou (71) 81771488

domingo, 19 de agosto de 2007

Lançado mapa mundial de leis sobre maconha

Esse mapa sinaliza de maneira geral como estão atualmente as legislações com relação ao consumo de Cannabis sativa e derivados em diversos países do mundo, e é fruto do trabalho de ONG´s como a NORML e EROWID, e pode ser visitado no endereço: http://en.wikipedia.org/wiki/Image:World-cannabis-laws.png

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Publicado áudio da aula “Do cânhamo à maconha: Usos e abusos da Cannabis sativa e de sua proibição na história do Brasil”

Na última quarta-feira, dia 15 de agosto, o pesquisador e redutor de danos Sergio Vidal fez uma participação especial no curso “Sociologia do consumo de drogas”, ministrado pelo sociólogo e professor Dr. Osvaldo Fernandez, que também é membro do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Substâncias Psicoativas (GIESP/UFBA) e do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Psicoativos (NEIP), e coordena o DIADORIM/UNEB, um grupo de estudos sobre sexualidade e gênero. A aula “Do cânhamo à maconha: Usos de abusos da Cannabis sativa e de sua proibição na história do Brasil”, foi ministrada no Campus II, da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, na cidade de Alagoinhas (BA).

A aula foi iniciada com uma descrição da abordagem comparativa proposta pelas teorias da antropóloga Vera Rubin, descrevendo e analisando os contextos de utilização da planta a partir dos conceitos de “complexo da ganja” e “complexo da marijuana”. Em seguida, expôs uma cronologia das legislações brasileiras com relação à planta, destacando principalmente os período do final do séc. XVIII, quando surge a Real Feitoria do Linho Cânhamo e o cultivo para a produção de fibras têxteis era amplamente estimulado e difundido pela Coroa; e início do séc. XX, quando surge e se consolida o proibicionismo brasileiro, através das teses eugênicas e da institucionalização da proibição. Sergio Vidal analisou os principais fatores e interesses que teriam contribuído para levar à proibição da maconha no Brasil, e discutiu as especificidades dessa repressão, anterior até mesmo às iniciativas estadunidenses e internacionais. A última parte da aula centrou a discussão sobre a nova lei antidrogas, n. 11.343 e suas inovações, dando ênfase para a consolidação do paradigma de Redução de Danos, para a descriminalização do porte e do plantio para uso pessoal, e discutindo as especificidades das estratégias de redução de danos para Cannabis. A aula foi encerrada com a apresentação da proposta da ENCOD – Coligação Européia por Políticas de Drogas Justas e Eficazes, e do trabalho do fórum Growroom, que propõem a tolerância legal e social ao cultivo não-comercial como principal estratégia de redução de danos para a planta.

Para ouvir o áudio da aula: clique aqui

Essa aula foi apresentada originalmente em dezembro de 2006 como parte do curso “Drogas: Perspectivas em Ciências Humanas”, organizado pelo NEIP na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (USP), e desde então vêm sendo acrescentados novos dados, informações e reflexões críticas.
NOTA: Em breve estaremos publicando o aúdio do "Semiário Redução de Danos enquanto Movimento Social:construindo uma Plataforma"

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Senad promove Seminário sobre Drogas

A Secretaria Nacional Antidrogas - SENAD, em parceria com o Instituto da Droga e da Toxicodependência de Portugal - IDT e da Associação de Amparo àPesquisa em Farmacologia e Toxicologia - AAPeFaTo, dando continuidade àsações de implementação do projeto Rede de Pesquisa sobre Drogas, abre asinscrições para o 1º Seminário Internacional da Rede de Pesquisa sobre Drogas, a se realizar no Palácio do Planalto - Brasília/DF, durante os dias 03, 04 e 05 de outubro. As inscrições são gratuitas e estarão abertas até odia 26 de setembro. Os pesquisadores cadastrados na Rede de Pesquisa poderão também fazer a inscrição para apresentação de trabalhos científicosdurante o Seminário.As inscrições para a apresentação de trabalhos científicos estarão abertas até o dia 27 de agosto e também são gratuitas. A SENAD garantirá, durante oSeminário, toda a estrutura necessária para a apresentação dos trabalhos aprovados.
Com a realização deste Seminário, a SENAD pretende favorecer o intercâmbiode conhecimentos, informações e experiências atuais entre estudantes e pesquisadores brasileiros e de outros países. O evento contará com apresença e a exposição de especialistas nacionais e internacionais, de autoridades vinculados à área do álcool e/ou de outras drogas, além dos pesquisadores premiados pelo 1º Edital de Premiação de Pesquisadores eTrabalhos Científicos sobre Álcool e/ou outras Drogas, cujo prazo parainscrição nas modalidades Novo Talento de Iniciação Científica, JovemPesquisador de Mestrado, Jovem Pesquisador de Doutorado e Pesquisador Sênior, permanecerá aberto até o dia 24 de agosto.
Maiores informações poderão ser obtidas por meio do link REDE DE PESQUISA SOBRE DROGAS no site www.senad.gov.br, pelo e-mail pesquisa.senad@planalto.gov.br, ou pelos telefones (61) 3411-2987 e3411-2164 e (51) 3303-8825.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Ananda se filia à ENCOD: Coligação Europeia por Politicas de Drogas Justas e Efetivas

Na segunda-feira, dia 6 de agosto, a Ananda - Associação Multidisciplinar de Estudo e Ação em REdução de Danos para os usos de Plantas Cannabaceae tornou-se oficialmente membro da ENCOD - Coligação Europeia por Politicas de Droga Justas e Efetivas, sessão Pan-Européia que atualmente dirige a Coligação Internacional, formada por mais de 200 instituições e grupos de pesquisadores, profissionais e ativistas antiproibicionistas de todo o mundo.

O ato foi marcado com a assinatura do MANIFESTO POR POLITICAS DE DROGAS JUSTAS E EFETIVAS, criado em 1998 e que desde então tem servido como norteador das atividades da ENCOD.

O Manifesto e a ENCOD

Em 15 de Março de 1998, 14 ONGs da Europa, África e América Latina se reunirão em Viena, Austria, para preparar uma opinião comum frente à Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre drogas, que ocorreu 3 meses depois, em Nova York. Depois de muitas horas de debate o resultado foi a criação do Manifesto por Politicas de Drogas Justas e Efetivas . Desde então este Manifesto foi assinado por centenas de organizações de todo o mundo e representa a atual visão da ENCOD. Em 2004, na Assembleia Geral da ENCOD em Copenhaga, decidiu-se adoptar o titulo do Manifesto ao nome da ENCOD - Coligação Europeia por Politicas de Drogas Justas e Efetivas

A ENCOD está articulando uma iniciativa semelhante para a próxima reunião da ONU sobre o tema, que ocorrerá em 2008, Viena. Entre esses projetos está a campanha Liberdade para Cultivar, que pretende levar um documento oficial propondo um modelo de produção não comercial de Cannabis sativa e outras plantas psicoativas, a ser apresentado como um modelo de Redução de Danos. Durantes os próximos meses, todos os projetos da ENCOD estarão sendo acompanhados de perto e serão divulgados nesse Observatório.
Se quer saber mais informações sobre o Manifesto, sobre a ENCOD ou sobre a Ananda,
Fale comigo:
Sergio Vidal - sergiociso@yahoo.com.br (coordenador da Ananda)

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

CETAD promove palestra sobre história da Cannabis sativa no Brasil

Na próxima quarta-feira, 08 de agosto, acontecerá mais um dos encontros Drogas: Clínica e Cultura, promovidos pelo Centro de Estudos e Terapia ao Abuso de Drogas - CETAD, órgão vinculado à Universidade Federal da Bahia - UFBA. O tema do próximo encontro é "Do cânhamo à maconha: usos e abusos da Cannabis sativa e de sua proibição na história do Brasil", e contará com a exposição do pesquisador Sergio Vidal (sergiociso@yahoo.com.br).
O que: Encontro - Drogas: Clínica e Cultura
Palestrante: Sergio Vidal (Pesquisador do NEIP - Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos e Consultor da International Cannagraphic Magazine no Brasil)
Do cânhamo à maconha: usos e abusos da Cannabis sativa e de sua proibição na história do Brasil
Data: 8 de agosto
Horário: 10 horas
Local: CETAD/UFBA-SESAB
Rua Pedro Lessa, 123 – Canela
Tel: 3336-3322

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Lançado Fórum para ajudar a organizar Marcha da Maconha 2008

Enviado por Growroom
Ja está no ar o Fórum da Marcha da Maconha.
O fórum tem como objetivo de ser uma ferramenta para a organização da Marcha em diversas cidades brasileiras, assim como para troca de informações, idéias e experiências sobre o evento.Junte-se com seus amigos e se organize para a marcha de 2008.Interessados em organizar a Marcha em sua cidade, cadastrem-se no fórum e incluam sua cidade na lista de cidades brasileiras a participar do evento.
Mais informações: www.marchadamaconha.org/board

Seminário Redução de Danos enquanto Movimento Social

Seminário
Redução de Danos enquanto Movimento Social:
construindo uma Plataforma Política

Sala 213, PAF 1, UFBA – Ondina, Salvador/BA
04 de agosto de 2007, 9hs
OBJETIVOS:
Contribuir para o fortalecimento da Redução de Danos (RD) enquanto Movimento Social, a partir da reflexão sobre os eixos estruturais e funções dos Movimentos, bem como a construção de linhas gerais para uma Plataforma Política para a RD.

PROGRAMAÇÃO:
Provocações
1)
A Redução de Danos pode ser considerada Movimento Social?
Maristela MoraesABORDA, Instituto PAPAI, Rede Pernambucana de RD
2)
O centro e a periferia, a cidade e o interior: desafios das especificidades na mobilização de sujeitos políticos
Sérvulo PauloACERD, ABORDA
3)
As várias atuações do Movimento de Redução de Danos: contribuições a partir das ações sobre os usos de maconha e seus derivados
Sergio VidalANANDA, NEIP, GIESP/UFBA
4)
Redução de Danos em eventos de grande concentração de pessoas: reflexões sobre as possibilidades de engajamento político de sujeitos sociais
Marcelo MagalhãesColetivo Balance

Plenária
Contribuições para a construção de uma Plataforma Política para Redução de Danos

REALIZAÇÃO
ABORDA - Associação Brasileira de Redutoras e Redutores de Danos
ABAREDA – Associação Baiana de Redução de Danos
Rede Pernambucana de Redução de Danos
ACERD – Associação Cearense de Redução de Danos
Núcleo de Integração pela Vida –NIV
ANANDA - Associação Mulltidisciplinar de Estudo e Ação em Redução de Danos sobre os usos de Plantas Cannabaceae - http://ananda-ba.blogspot.com
Instituto PAPAI - www.papai.org.br
Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre Substâncias Psicoativas – GIESP/UFBA - http://giesp.blogspot.com
Coletivo Balance de Redução de Danos - http://coletivobalance.blogspot.com