sábado, 29 de setembro de 2007
Argentina: Natural Rasta
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Mano Brown afirma: "Cachaça é pior do que maconha"
Entrevista: Adriana Prates
House / Techouse - Bahia
Contato: adrianaprates@terra.com.br
Currículo Lattes: Clique aqui
Então acho que é importante ser honesto na escrita. Vários autores recomendam deixar claros os motivos que nos levaram a estudar um determinado tema e a relação que mantemos com o nosso objeto de pesquisa, pois só dizendo a nossa posição no campo conseguimos equilibrar mais ou menos o peso da subjetividade e conseguimos conter, em alguma medida, essa dimensão autoritária.
S.V. - O trabalho no Coletivo BaLanCe é das suas atividades mais recentes. Como você tem encarado esse novo desafio, e o que ele tem significado para o seu envolvimento com a Cena da Cultura Eletrônica?
A.P. - Primeiramente, quero dizer que acho que o trabalho do Balance, embora seja bem específico, tem uma importância política que vai além da cena de música eletrônica. Mais do que ajudar, no contexto das festas de música eletrônica, pessoas que enfrentem dificuldades decorrentes do uso, o trabalho do Balance é, acima de tudo, educativo. E também provocativo, pois o simples fato do coletivo existir já sugere pautas como a discussão da cidadania do usuário, seu direito à informação, auxílio, etc.
Você usou a palavra desafio... acho que o Balance existir já é um desafio - afinal a cena da música eletrônica foi escolhida como bode expiatório nessa guerra contra as drogas e nós, em vez de nos encolhermos amedrontados, partimos para o enfrentamento. E não somente no nível do discurso, mas também num nível concreto: porque a existência do Balance é nada menos que a execução de uma proposta alternativa para lidar com a questão do uso de psicoativos. E é fundamental propor outras alternativas para lidar com a questão das drogas, afinal ela está em todo lugar, faz parte da história da humanidade, e a proibição não tem dado resultados...
Aliás, pensando bem: a proibição tem dado resultado, sim! Porque ingenuamente se costuma pensar que objetivo da proibição é erradicar o uso de drogas - mas a experiência mostra que tal não acontece, pelo contrário. Então se a proibição é notavelmente ineficaz em inibir o uso de drogas e suas consequências sociais, e mesmo assim não se procura pensar em outras alternativas para lidar com a questão, só é possível concluir que o objetivo da proibição é outro e que, neste sentido, ela deve estar dando ótimos resultados – mas não para a sociedade como um todo, e sim, com certeza, para determinados grupos - vez que colabora para aumentar a concentração de poder e reafirmar valores que beneficiam certos setores da sociedade.
S.V. - Você é uma das poucas Djs mulheres de Salvador, mas é muito bem estabelecida na cena e tem 10 anos de um trabalho sólido. Como você acha que está atualmente a questão da inserção das mulheres nessa profissão e quais dicas você daria para outras mulheres que quisessem ser Dj´s?
A.P. - Graças a "Jack", ao menos na cena da música eletrônica underground, creio que quem abraça a profissão de Dj não conhece problemas em relação ao gênero ou mesmo em relação à orientação sexual. Não sei se você sabe, mas a música eletrônica, como a conhecemos hoje, começou a tomar forma nos guetos multirraciais e multissexuais de Chicago e N. York, e, felizmente, muito da atitude inicial de convivência pacífica entre pessoas com diferentes etnias e preferência sexuais ainda prevalece. O respeito às diferenças faz parte da nossa tradição!
Assim, a dica é uma só e serve para qualquer pessoa: ouçam muito som, pesquisem bastante, conheçam a história dessa música e se joguem!
Revista Especiaria n15 - Violência, Drogas e Sociedade
Feira Hype Especial Pragatecno
Site da ENCOD publica Campanhas do Movimento Cannabis Social Clubs Brasil
Em acordo com esse momento histórico a Ananda - Associação Interdisciplinas de Estudo sobre Plantas Cannabaceae e outras ONG´s que lutam por políticas de drogas mais justas e eficazes e pela regulamentação das condutas de porte, plantio e aquisição destinadas ao consumo pessoal estão lançando duas campanhas:
1) Solicitar ao Governo Brasileiro um estudo sobre a viabilidade da implantação do modelo Cannabis Social Clubs no país;
2) Repudiar o Projeto de Lei 252 que trâmita no Senado Federal, propondo o aumento da pena para o cultivo para consumo pessoal.
Em alguns países da Europa existem atualmente Associações Civis pelos direitos das pessoas que usam maconha que lutam pela implantação desse modelo, na Espanha, por exemplo, são mais de 30 associações em todo o país, e 1 Federação de Associações. Algumas delas atualmente empreendem cultivos coletivos, e vivem nos limites da legalidade, muitas vezes enfrentando processos judiciais longos, apesar de quase sempre favoráveis.
Em países como Austrália, Inglaterra, Espanha e Holanda diversas pesquisas e relatórios têm demonstrado que o nascimento de um Movimento Social em torno do cultivo não-comercial de Cannabis sativa tem causado alterações significativas no mercado dos derivados da planta.
Esses e outros paíse atualmente têm adotados políticas e legislações mais tolerantes com relação às práticas de cultivo para consumo próprio e até mesmo a de cultivo coletivo sem finalidades comerciais. Esses países compreenderam que é possível interferir de formas mais eficazes na configuração do mercado fornecedor, sem necessariamente tornar o mercado legal, conforme é possível conferir nos relatórios produzidos na Inglaterra e Austrália.
No Brasil essa discussão é recente, apesar de já existir um Movimento Social que busca o auto-cultivo como solução ao contato com o mercado criminalizado há pelo menos 6 anos. Atualmente, além da Ananda - Associação Interdisciplinar de Estudo sobre Plantas Cannabaceae, da Psicotropicus, a ONG Koinonia - Presença Ecumênica e Serviço, que atua em diversas frentes combatendo os problemas socias das populações camponeses no Nordeste, e há anos vem denunciando os abusos cometidos contra os cultivadores no chamado "Polígono da Maconha", também está engajada na divulgação do modelo Cannabis Social Clubs.
Uma associação do gênero tem como princípios:
Só aceitar como associados pessoas maiores de 18 anos;
Não fazer qualquer tipo de publicidade;
Não realizar qualquer tipo de comércio ou de distribuição gratuita a pessoas não associadas;
Manter um constante diálogo com os órgãos de Saúde Pública.
Ainda que não seja possível formar modelos idênticos ao Cannabis Social Clubs no Brasil, é possível formar Associações Redução de Danos que atuem na distribuição de informações sobre a Cannabis sativa e formas mais seguras e menos danosas de utilização. Para saber mais como realizar esse tipo de iniciativa em sua cidade entre em contato com o coordenador da Ananda: Sergio Vidal - sergiociso@yahoo.com.br
Leia a proposta da ENCOD para o Cannabis Social Clubs: Clique Aqui
Petição On-line Cannabis Social Clubs - Internacional: Clique Aqui
Boletim Koinonia sobre o Cannabis Social Clubs: Clique Aqui
Filtros podem aumentar incidência de tipo específico de Câncer
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Rua Teixeira Ribeiro, 535 - Parque Maré, Maré
imprensa@observatoriodefavelas.org.br
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Growroom publica aúdio do I Seminário "Maconha na Roda"
Para ouvir a aula: Clique Aqui
Para discutir sobre a aula no Fórum do Growroom: Clique Aqui
Para ler o relato sobre o evento: Clique Aqui
domingo, 23 de setembro de 2007
Simpósio sobre Psicoativos na Argentina
Simpósio 04: "Psicoativos, xamanismo, religião, festa e política: perspectivas cruzadas”
Quarta-feira, 26 de setembro, 9:00 — 13:00hs
Local: Aula 201 – UNSAM (Universidad de San Martín)
Renato Sztutman - sztutman@uol. com.br
Xamanismo, Ritual e Consumo de Substâncias Psicoativas na Amazônia Indígena
Rodrigo de Azeredo Grünewald - grunewald@ufcg. edu.br
Jurema e Juremahuasca: Processos Sociais, Macro-Ecumenismo e Obstáculos Espírita-Culturais
Pedro Peixoto Ferreira - ppf75@yahoo. com.br
Um duplo devir: quando a música eletrônica de pista encontra o xamanisno e o xamanismo encontra as máquinas
Beatriz Caiuby Labate - blabate@attglobal. net
Hinos e Chamadas, Abrindo as Portas do Céu
Sandra Lucia Goulart - sgoular@uol. com.br
Estigmas de Cultos Ayahuasqueiros
Edward MacRae - macrae@uol.com.br
A Elaboração das Políticas Públicas Brasileiras em relação ao Uso Religioso da Ayahuasca
Antonio Marques Alves - ge_marques@terra. com.br
Tambores para a Rainha da Floresta: a inserção da Umbanda no Santo Daime
Inglaterra: Jardim Real exibe Cannabis e Coca
sábado, 22 de setembro de 2007
RODA VIDA : MANO BROWN
24/09/2007
22:40hs
Envie sua pergunta
Acompanhe on-line
Entrevistadores: Maria Rita Kehl, psicanalista; Paulo Lins, escritor, professor de literatura e roteirista de cinema; Renato Lombardi, jornalista da TV Cultura; Ricardo Franca Cruz, editor-chefe da revista Rolling Stone Brasil; José Nêumanne, editorialista do Jornal da Tarde e comentarista da rádio Jovem Pan e do SBT; Paulo Lima, editor revista Trip.
Apresentação: Paulo Markun
Aberta a temporada de caça aos negros e pobres em Salvador
No dia 14 de agosto um grupo de extermínio supostamente composto por policiais militares assassinou Aurina Rodrigues Santana, 44 anos, líder comunitária e integrante do Movimento dos Sem Teto da Bahia, o filho Paulo Rodrigo Santana, 19, e Rodson da Silva Rodrigues, 28, companheiro de Aurina. O crime aconteceu uma semana após Aurina e os filhos denunciarem na Corregedoria da Polícia Militar policiais de terem invadido sua casa e torturado os moradores. O crime ficou conhecido como a Chacina do Calabetão e até agora está impune.
Em 1º de março de 2007, no bairro de Nova Brasília, ocorreu o crime conhecido como “Matança de Nova Brasília”. Um grupo de extermínio executou com nove tiros o jovem negro, Clodoaldo Souza, 22 anos, e feriu gravemente Cléber Álvaro, 21 anos – atingido por dois projéteis na coluna e um na virilha – que só não foi assassinado na hora porque desmaiou. O crime continua sem que seja apontado um único culpado.
No dia 16, domingo, o músico do Ilê Aiyê, Agnaldo Pereira da Silva, foi agredido pelo sargento PM Menezes e seus comandados. Sua casa foi invadida sem nenhum mandado judicial e Guiguio do Ilê, como é mais conhecido, foi arrastado para a rua onde sofreu toda sorte de agressões. Até agora ninguém foi punido.
No dia 18, terça-feira, aconteceu a “Chacina no Bairro da Paz” com as mesmas características de grupos de extermínio. Foram mortos com projéteis de pistola calibre .40 (arma de uso exclusivo da polícia) e quatro estavam amarrados pelo pescoço a uma corda. Foram identificados os jovens negros Tiago da Silva Oliveira, 20 anos, e Fábio Valverde Ferreira, 25, enquanto os outros três cadáveres permaneciam com a identidade ignorada. Todos negros, pobres e excluídos.
Não por acaso todas as vítimas são pessoas negras, pobres, com baixa escolaridade e residentes em bairros periféricos. Abriu-se a temporada de caça a nós afro-descendentes! Cuide-se!
Argentina: 21 de setembro é dia de ativismo


Eco One: Carro de corrida 95% biodegradável que faz até 260km/h
O Eco One foi construído pelo Dr. Kerry e seu orientando Ben Wood, em 2 meses e custou cerca de 20.000 libras. Wood, 23 anos (Foto), afirma que: Todos os componentes plásticos podem ser feitos a partir de plantas, fazendo com que seja um carro altamente reciclável... Se há a possibilidade de construirmos quase tudo num carro de alta-performance a partir do que plantamos na terra, imagine o que podemos fazer com carros familiares"
Em um teste promovido pela Triumph Daytona motor-cycle, o Eco One fez de 0 a 100 km/h em 4 segundos.
Zoe Howard, do departamento de comuncação da WMG, afirmou que "O Eco One mostra que carros ecológicos não precisam ser pequenos e elétricos, podem ser de alta-performance também".
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Documentário Redução de Danos: um olhar de dentro
Produzido pela Rede Pernambucana de Redução de Danos, o vídeo "Redução de Danos: Um Olhar de Dentro" documenta o cenário do uso de drogas e das ações de saúde pública desenvolvidas em Pernambuco.
Dirigido por Maristela Moraes (coordenadora executiva do Instituto PAPAI, vice-presidente da Associação Brasileira de Redutoras e Redutores de Danos – Aborda e membro da Rede Pernambucana de Redução de Danos), a produção objetiva dar visibilidade às iniciativas da sociedade civil, na área de Redução de Danos, desenvolvidas em Pernambuco.
Produção – O material que será exibido neste domingo na TV foi gravado em 2003 e financiado pelo Escritório das Nações Unidas contra Drogas e o Crime (Undoc), pelo Programa Nacional de DST/AIDS do Ministério da Saúde e pelo Governo Federal. O roteiro, a edição e a captação das filmagens do documentário foram realizados pelos (as) próprios (as) redutores (as) de danos pernambucanos (as). Os (as) profissionais foram capacitados numa oficina de vídeo realizada em Brasília com representantes de 25 instituições brasileiras que trabalham com a temática de Redução de Danos (política pública para o campo do uso de drogas).
Mais informações:
Programa Curta Pernambuco (TVU) canal 11
Fone: (81) 3423.4000
E-mail: curtapernambuco@yahoo.com.br
Internacional: Conferência sobre Uso Medicinal de Cannabis
Chile: La Hoja Sagrada, la Mama Coca
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Governo Polonês pretende proibir manifestações culturais envolvendo drogas ilícitas
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Vocalista da Banda Detonautas reage às acusações do Secretário Nacional de Segurança
O vocalista da Banda e coordenador do Movimento pela Paz, Tico Santa Cruz, respondeu às acusações do Secretário Nacional de Segurança, sr. Antônio Carlos Biscaia, publicadas em uma entrevista cedida ao Globo On-line de que o Movimento seria formado por pessoas que consomem drogas, o que, segundo o Secretário, tornaria suas reinvindicações hipócritas.É muito fácil ressaltar as relações das pessoas que usam e que vendem drogas com os aspectos violentos do mercado, principalmente quando essa tarefa ajuda a ocultar o papel do Estado na construção desse problema.
Acompanhe e saiba mais sobre a polêmica no site do Globo On-line
Abaixo, a íntegra da resposta de Tico:
Senad divulga resultado do 1º edital da Rede de Pesquisa sobre Drogas
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Políticas de Drogas no Brasil
20 de setembro – Quinta-feiraSite do NEIP publica mais três obras do antropólogo Edward MacRae
- Três livros em PDF do Edward MacRae:
O Controle Social do Uso de Substâncias Psicoativas; In:Conversações Abolicionistas Uma Crítica do Sistema Penal e da Sociedade Punitiva, Edson Passeti e Roberto B. Dias da Silva (orgs.),São Paulo,IBCCrim, PUC/SP,1997, 9 páginas
Junto com os textos abaixo, totalizam 9 trabalhos publicados on-line através do príncipio do Common Rigths:
Fórum Growroom ganha novo apoio
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Curso de Extensão Universitária
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
BOLETIM ENCOD N. 33 - Setembro/2007
A “Guerras às Drogas” poderia ser fruto de algum tipo de transtorno mental? Por que alguns políticos e membros do Estado e da Sociedade Civil continuam a manter esse tipo de política apesar da quantidade enorme de evidências que provam sua ineficácia e falha total?
Para alguns a "Guerras às drogas" é apenas um reflexo da ignorância generalizada a respeito do tema das drogas, mas para aqueles que estudam e pesquisam as questões humanas, essa primeira impressão não se sustenta por muito tempo. Uma conduta baseada na fixação irracional, quase desesperada, em proibir qualquer tipo de drogas ou seus usos, acaba por se aproximar muito de condutas patológicas com origem em algum aspecto traumático no histórico de vida das pessoas. Como comumente acontece com muitos tipos de traumas, o indivíduo que precisa conviver com eles tenta escondê-los de forma tão intensa e pelo máximo de tempo possível, mas não consegue se livrar totalmente das conseqüências da convivência permanente com o trauma em questão. É somente quanto se está pronto para olhar para trás, encarar as situações traumáticas de frente e lidar com as causas reais desses traumas é que qualquer tipo de cura se torna possível.
A Coligação Européia por Políticas de Drogas Justas e Eficazes (ENCOD), que representa mais de 200 ONG´s em todo o mundo, levando suas demandas ao Parlamento Europeu e à ONU, promoveu nos dias 19 e 26 de agosto passados o encontro para decidir os rumos da Coligação para os próximos meses. Ativistas da Áustria, Bélgica, Alemanha, França, Itália, Polônia, Espanha e Suíça, se reuniram na fazenda de propriedade da Chanvre-info (Suiça) para discutir quais devem ser os encaminhamentos da ENCOD para a Reunião da United Nations Commission on Narcotic Drugs, que será realizada em março de 2008 em Vienna. Nessa reunião, os representantes dos quase 200 países que compõe a Organização das Nações Unidas irão discutir se conseguiram alcançar os resultados propostos na reunião de 1998, e revisar as metas, os objetivos e as formas de atuação com relação às políticas de drogas.
A campanha da ENCOD para Vienna 2008 começa da Suíça, onde em agosto a polícia passou a intensificar as ações de repressão com base nas alterações recentes na lei. A lei Suíça que permitia o cultivo de Cannabis e a comercialização de produtos à base da planta, desde que esses não fossem usados como drogas, passou a criminalizar todas essas condutas. Desde 2003 foram fechadas mais de 300 empresas ligadas ao ramo, incluindo a Chanvre-info, cujo proprietário André Fürst está preso, condenado a uma sentença de 29 meses. A ENCOD convida a todos a assinarem a Carta Pública às Autoridades Suíças pela libertação de André Fürst.
Do coração da Europa, a campanha se espalhará para todo o continente. Nos próximos meses os membros da ENCOD planejam promover iniciativas baseadas no modelo Clubes Sociais de Cannabis, com o intuito de fornecer às autoridades locais uma alternativas concreta e saudável para permitir que seus cidadãos possam continuar a praticas seus hábitos sem burlar a Lei ou prejudicar a Ordem Pública. Em outubro serão impressos materiais informativos em várias línguas, explicando a proposta do modelo Clubes Sociais de Cannabis e divulgando o site da campanha “Liberdade para Cultivar”, onde haverá todos os dados sobre a proposta e dicas de como adequar o modelo às realidades locais específicas. A campanha “Liberdade para Cultivar” já está em andamento através da Petição Pública promovida pela ONG britânica Legalise Cannabis Alliance.
Participe da campanha “Liberdade para Cultivar”, assine a Petição On-line: CLIQUE AQUI
Não de
Não deve ser muito difícil explicar aos delegados enviados à ONU que a política de “Guerras às Drogas” é um erro e se transformou uma doença. A produção e a demanda por droga estão crescendo sistematicamente, às vezes maneira denunciadora como no caso do Afeganistão que, segundo relatam as nações unidas colheram cerca de 8.200 toneladas de ópio em agosto de 2007, cerca de 10 vezes mais do que era colhida antes da invasão dos EUA em 2001.
O maior problema vai ser convencê-los de que sustentar esse tipo de política não é a melhor decisão a ser tomada, e que acabar com ela traria novas e significantes perspectivas no sentido de ampliar o bem-estar seja em nível individual ou social
Dessa forma, a melhor estratégia para Viena 2008 deve ser a de expor o trauma e procurar tratá-lo. Por isso a ENCOD lançou um apelo mundial através da Internet a todos as pessoas que estão interessadas em colaborar na organização de um evento de 3 dias que deverá acontecer durante a realização da reunião da ONU em 2008.
No Brasil também precisamos começar a exigir um debate público a respeito da construção da posição oficial do governo brasileiro com relação a Reunião da ONU em Viena, 2008. Qualquer dúvida sobre o modelo de Clubes Sociais de Cannabis ou sobre a campanha "Liberdade para Cultivar" pode entrar em contato.
Todos os interessados devem escrever para o coordenador da Ananda, Sergio Vidal – sergiociso@yahoo.com.br, ou diretamente para o coordenador da ENCOD, Joep Oomen - joep@encod.org.
DEBATE - POLITICA DE DROGAS (RJ)
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Balance e Ananda na Pulsar VII
Transmissão ao vivo do Seminário de Redução de Danos
Assista à transmissão ao vivo e participe do Seminário através da Internet: Clique Aqui
domingo, 2 de setembro de 2007
Observatório lança lista de links para Leis sobre Drogas
.png)
Brasil - informativo sobre a lei 11.343
Brasil - Lei n. 11.343 de 2006
Brasil - Portaria da Anvisa n.212 de 2006
Espanha - Extractos de la Ley de Seguridad Ciudadana 1/1992
Espanha - Ley de Estupefacientes de 1967
Espanha - Ley de Seguridad Ciudadana de 1992
Espanha - Lista de estupefacientes sometidos a fiscalizacion
Espanha - Lista de Plantas Prohibidas de 2004
ONU - Convenção sobre Drogas Psicotrópicas de 1971
ONU - Convenção Única de sobre Narcóticos de 1961
Portugal - Lei n. 30 de 2002



